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Wicked Academy

[RP ABERTA] You shall not be sober! — Pool Party


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Relembrando a primeira mensagem :

You shall not be sober!

Egyptian supremacy, bitches!
Era a noite de uma sexta-feira, cerca de 20:15, quando uma horda de egípcios invadiu a piscina coberta. Carregavam alto-falantes, mochilas com bebidas e outras guloseimas, e sua tão famosa animação. O motivo daquela pool party inesperada? Nenhum em especial, só vontade de celebrar a breve liderança no placar das ordens e saudar o faraó honorário, mesmo que ainda não oficializado, Noah.

Esta é uma RP aberta para todos os egípcios. Penetras estão avisados que sofrerão trotes severos caso sejam pegos. Música alta pacas está tocando, garrafas passando e putaria rolando solta. Enjoy.


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Friday Night
Friday ◥◣ Crazy Night ◥◣ Egyptians Rules

◥◣ Is Friday, friday ♪

Tentei disfarçar a ansiedade e o nervosismo por estar prestes a ingerir aquela bebida e passar por uma experiência da qual eu nunca imaginei viver. Respirei fundo e assenti, estava preparado para tomar a bebida egípcia flamejante. A morena inclinou minha cabeça para trás e um friozinho percorreu por toda minha espinha, agora era tarde demais para mudar de ideia. Mantive a boca aberta como ela ordenara enquanto ela gritava algo que por pouco não me fez rir. Ela pegara a bebida e agora estava começando o ritual que eu vira ela fazer consigo e com outra garota. Eu estava levemente trêmulo e quando ela despejou a dose em minha boca ateando fogo em seguida eu tive que me controlar para não ter um orgasmo. Que coisa deliciosamente louca! Assisti ao show pirotécnico do melhor ângulo até que ela pediu para que eu fechasse a boca e bebesse o líquido azul de uma vez. Aquilo era muito forte! Senti minha garganta queimar e todo meu corpo ficou instantaneamente quente, e como eu não estou acostumado a beber drinks muito fortes a onda me atingiu com mais violência do que atingira qualquer uma das duas. Fiz uma careta ainda sentindo minha garganta queimar como se estivesse em chamas. - Isso foi incrível. - Sorri respirando fundo, agora eu precisava de algo para cortar o efeito da bebida ou poderia simplesmente aproveitar e fazer todo o tipo de loucura de modo que eu só poderia responder por mim no dia seguinte.

Fiquei ali curtindo a música e a boa companhia dos membros de minha ordem, estava mil vezes mais relaxado agora, especialmente depois da bebida. O grupo que havia ali já tinha se dispersado, mas antes a ruiva deixou todos bem munidos com alguns alucinógenos. Fiquei tentado a pegar algum, mas preferi ir devagar, para uma pessoa que não costumava se soltar até que eu estava indo rápido demais. Como ficamos só o garoto de olhos claros que chegara na liteira, a morena da pirotecnia e eu, decidi acompanhá-los quando eles se dirigiram à mesa de bebidas. Eles comentavam sobre um suposto casal que estava se formando ali na festa, olhei de relance e vi Benja, todo tímido, junto com um outro garoto o qual eu não conhecia, eles pareciam estar muito bem juntos. Acompanhei o sorriso que ambos deram, pegando uma long neck que estava ali em cima da mesa. Nada de bebidas ardentes e amargas por enquanto. Abri minha cerveja bebendo um gole generoso, deixando que ela refrescasse minha garganta. Olhei para o loiro que surgira na festa, ele trazia consigo duas garrafas de bebida e já parecia estar bastante à vontade. O garoto ao meu lado disse que nunca o vira na ordem e  nos perguntou se já havíamos visto o indivíduo. - Nunca o vi, deve ser outro intruso.- Disse por dizer, afinal desconheço todo mundo, mas se eles que eram bem entrosados e conheciam bastante pessoas na ordem nunca o viram, só pode significar que se trata de um intruso. Não demorou muito para que o garoto fosse recepcionado por uma horda de egípcios puxada por ninguém mais, ninguém menos que a ruiva com piercing no septo, aquela sim gostava de uma desordem. Sorri observando a cena, olhei para o garoto que todos tratavam como um faraó e ergui ambas as sobrancelhas. - Você também não irá recepcionar o nosso "visitante"? - Dei ênfase na palavra visitante enquanto encarava o menino. - Aliás, meu nome é Finn, Finn Deveraux, prazer. - Dei mais um gole em minha cerveja. Iria fingir que o conhecia para que ele não pensasse que eu era um excluído social total, pois parece que todos o conhece, exceto eu.

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Data de inscrição : 14/07/2015

Slave?
Sabe, por toda minha vida eu fui ensinado a ficar tranqüilo quando alguém estivesse me olhando ou apontando para mim. Ou até mesmo me parasse no meio do corredor do colégio e pedisse uma foto. Eu estava acostumado, mas aquilo estava num nível absurdo e meio assustador, confesso. Tentei ficar tranqüilo, tomei um gole da minha bebida e comecei a balançar a cabeça ao som de música que tocava. Olhei para o lado e vi um garoto de estatura média apontando na minha direção discretamente e falando algo com uma menina morena e outro loiro. Pensei em perguntar se tinha algum problema, se ele tinha perdido algo na minha cara, mas me lembrei do que minha Vó disse. "Se você arrumar confusão com alguém na primeira semana, eu juro que mando tua irmã junto e te garanto, não vai ter castigo pior." A velha sabia como me atingir embora fosse meio burra, pois ela tinha dito uma semana, não disse nada sobre o período depois disso. Palavra real é palavra real.

Vi uma garota ruiva se aproximando de mim com um megafone em mãos e me chamando de forasteiro enquanto apontava pra mim como o leiloeiro apontava para uma das peças da minha Vó. Depois veio com um papo doido de oferenda para Deuses. - Mas que porra...? - Tentei argumentar quando ela disse que eu era um invasor e sofreria com a fúria de uma fulana. As pessoas em volta explodiram em gargalhadas, provavelmente estavam chapadas, conseguia sentir o cheiro de cannabis a metros de distancia. Uma rodinha se formou com ela e mais três pessoas, incluindo o garoto que estava apontando pra mim minutos atrás.

O que aconteceu em seguida foi ainda mais bizarro. Uma das garotas da roda, morena e com os olhos extremamente azuis, pegou o megafone da mão da outra e veio na minha direção. Desci meus olhos por toda extensão de seu corpo, observando uma lata de tinta verde em suas mãos. Ela não faria aquilo, faria? A morena veio com mais um papo de maluco sobre perder batalhas e eu juro que, realmente, pensei que era algum ritual satânico antigo dos egípcios e me perguntei, mentalmente, se os gregos tinham algo do tipo. Mas gargalhei alto quando percebi que aquilo era um trote, pois eu não fazia parte da ordem deles. A garota se aproximou de mim, puxando meu gorro e me lançando um olhar divertido. Voltei a rir. Senti o dedo dela molhado de tinta na minha testa. - O que você ta escrevendo? Só não desenha um pinto na minha testa, ai é sacanagem. - Falei com meu sotaque carregado e divertido.
Eu estava achando aquilo divertido era legal ser o "escravo” - na brincadeira, claro - quando normalmente era eu saia mandando pra cima e pra baixo. Resolvi entrar na brincadeira e assim que ela tomou a bebida das minhas mãos, fiz uma reverencia BEM exagerada, típica dos velhos plebeus que queria se mostrar pra corte. - Espero que esteja ao seu agrado, Sua Alteza. - Falei, ainda na reverencia e levantei encarando a todos e esperando a próxima "ordem". Só esperava que não saísse nenhuma foto de mim pelado na internet, mas fora isso, sabia que seria uma noite divertida.

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unsustainable
All teenagers scare the living shit out of me, They could care less!
Caro leitor, antes de continuar está bela história, queria deixar um recadinho para você. Do jeito que os acontecimentos procederam e devido a algumas atitudes da belíssima Nadia, podem ter tido a impressão de que ela é uma dessas pessoas que adora beber, fumar, simplesmente dar a louca. Não é bem assim. Veja só, obviamente ela curte uma birita de vez em quando, mas notem a escolha: cerveja. Tudo bem, ela também foi atrás do baseado, porém deu apenas um traguinho simpático, nada demais. Nem avoada ficou, só bateu aquela calma. Seu verdadeiro barato é observar os outros enlouquecerem.

Okay, continuando.

Winbledeaux analisava cada movimento de Riley, em um silêncio quase submisso, os lábios moldados em um meio-sorriso e os olhos acompanhando os dedos um tanto trêmulos da amiga enquanto ela desenhava no próprio ombro. Apesar de não ser uma artista plástica, o Olho de Hórus não ficara de todo ruim, tinha um charme. A loira pegou o pote e começou a fazer padrões lembrando tatuagens de hena indiana na mão esquerda, como uma luva rendada. Divertia-se em seu próprio modo e, por aquele período, esquecera-se do assunto em questão - o invasor.

As três rainhas do Nilo - Nadi, Mia e Ri - partiram ao resgate da honra egípcia, megafone na mão, armário de trote no encalço, e vários colegas de ordem apoiando. A russa tomou a liderança fazendo o melhor discurso que aquela escola já vira, e Nadia ria e batia palma em concordância. A maconha apenas deixara-a menos preocupada, mais calma, algo muito bem vindo. Seu rosto estava retorcido em uma expressão de puro prazer, e a expectativa de botar suas ideias mirabolantes em prática proporcionava um êxtase único, compreensível apenas aos inventores e gênios do mal.

Por favor, deixa eu brincar com ele! Aposto que fica divino sem... — Sussurrou para Waldorf, meio alegrinha, interrompendo-se antes de falar besteira demais. Escutou sem prestar muita atenção ao resto da conversa e passou a tinta verde neon para a amiga sem discutir, curiosa para ver o resultado da brincadeira. Enquanto ela se divertia colorindo, Dia pegou a corda pedida, imaginando mil coisas para fazer com ela — O primeiro de muitos! Escravo do grande Império Egípcio!

Deixou que ele terminasse de servir a cheeleader, e apressou-se em ser a próxima na fila da zoeira. Estalou a corda como um chicote, mas de modo inofensivo, rindo. Apontou para o corpo dele, a sobrancelha curvada, aprovando o que via. Ele era realmente maravilhoso. Extremamente fora de sua liga, óbvio. Talvez fora este o fato por trás das ordens da loira, ou talvez seja a mente brilhante querendo diversão.

Isto é um insulto para nós, rainhas do Nilo! — Gesticulou para as roupas do desconhecido, um sorriso malicioso surgindo na face — Escravos não têm o luxo de vestes assim, aonde estava com a cabeça, impostor? — Soltou a última palavra não como um xingamento, mas em um tom atrevido, levemente sarcástico — Tire-as. Está atrapalhando minha linha de pensamento. Fique apenas com a cueca, pois não temos obrigação de ver seu brinquedo.

Cruzou os braços enquanto observava-o realizar as ordens, divertindo-se muito mais do que deveria. Nem tentou disfarçar a atração, o álcool e a droga afastando toda sua vergonha. Quando ele terminou, a francesa amarrou a corda em sua cintura, de modo que ele ficasse preso e, ao mesmo tempo, pudesse ser puxado por quem desejasse.

Você deverá servir a todos os nossos convidados — Fez cara de má, que logo desapareceu, dando lugar a uma gargalhada amigável e o familiar brilho carinhoso — Depois de hoje, terá aprendido sua lição.
fuck
Nadia is at the pool party with the other egyptians. She's listening to Teenagers and she's wearing this.


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Data de inscrição : 30/06/2015

Nordic
Have some fun


Take easy on me.

Coloquei a cabeça para fora da porta de meu dormitório, a expressão de sono estava nítida em meu rosto, mas fazer o quê? Eu não conseguia dormir de jeito nenhum, o barulho de música alta (por mais distante que estivesse) conseguia incomodar o pequeno cochilo que eu tentava tirar. Um garoto passava pelo corredor. Assobiei chamando sua atenção e ele retornou com um certo olhar de desconfiança, como se eu fosse fazer algo contra ele, por favor.  - Ei, você sabe o que tá rolando lá fora? - Indaguei o moreno que parecia um armário de tão largo que eram seus ombros.
- Uma festinha na piscina daquele bando de drogados egípcios. - O garoto parecia incomodado mas não com o fato de haver uma festa, mas sim por parecer que ele não podia frequentá-la.
- Ah sim, valeu. - Fechei a porta lentamente vendo o garoto se afastar. Então havia uma festinha privê na piscina? Ok, o que aconteceria se alguém de outra ordem entrasse de penetra? Acho que valeria a pena pagar pra ver. Dei um sorriso malicioso, corri em direção ao meu guarda roupas jogando algumas peças em cima da cama. Peguei uma camisa xadrez vermelha e preta, um jeans escuro e só. Arranquei a camisa que usava com um puxão, ela já estava quase impregnada ao meu corpo, havia ficado o dia inteiro praticamente com ela. Corri para o banheiro apenas de short e terminei de me despir lá. Eu só precisava de um banho e estava pronto para verificar como prosseguia a diversão entre os egípcios.

Limpo e arrumado, encarei-me no espelho ajeitando meu penteado. Borrifei um pouco de meu perfume do Giorgio Armani no pulso e no pescoço, peguei meu celular e saí do quarto batendo a porta. Estava quase saindo da sede de minha ordem, mas antes resolvi arrastar mais alguém à insanidade comigo. Dei a volta pelo dormitório feminino e joguei uma pedra na janela do quarto de Clary. Digamos que a pedrada fora um pouco mais intensa do que eu imaginei e eu acabei por rachar o vidro. Fiz uma careta observando a morena olhar de um lado para o outro até finalmente pousar seus olhos em mim. Lancei um sorriso meio torto à ela.
- Foi mal pelo vidro, vim te chamar para uma festa. - Ela olhou para a direção da música e ajeitou o cabelo dizendo que havia ouvido que a festa era restrita a uma única ordem. Sorri malicioso assentindo. - Eu sei disso. - Clary compreendeu meu sorriso e fechou a janela pedindo que eu a aguardasse.

Não demorou muito para que a garota saísse. Acompanhei ela com as mãos no bolso do jeans e sorri.

- Será que seremos notados de cara? - Indaguei olhando para algumas animadoras de torcida que rumavam para lá animadíssimas, dando saltos e rindo à toa. Esse tipo de diversão não era muito a minha praia, muitas coisas nessa instituição não eram minha praia, por isso decidi que deveria mudar um pouco. Ser sério demais cansa às vezes e invadir uma festa seria a melhor maneira de começar a se divertir aqui dentro. Pensei em contatar Margo, Anna e Paul também. Peguei o celular enviando uma mensagem para eles. - Venha cá, Clary. - Disse apoiando o braço no ombro dela tirando uma foto com a câmera frontal do celular. Usei a imagem para convidar o restante dos meus amigos, "Venham se juntar a invasão nórdica" era o título. Rimos enquanto eu digitava, eu estava exageradamente desinibido hoje.
[...]

Finalmente nos aproximamos da piscina e o meu espanto não poderia ser maior. Praticamente todos os membros da Egyptians estavam ali. Eu os odiava, claro, sempre os achei livres demais e agora, presenciando toda essa liberdade de perto só fez com que eu sentisse mais aversão. Eles eram a representação de tudo que eu gostaria de ser. Segurei na mão de Clary e a arrastei para o meio daquele bando de pessoas nitidamente alteradas. - Parece que já pegaram alguém. - Vi um garoto cercado por todos os lados enquanto o faziam de gato e sapato. Caminhei até um latinha de refrigerante e a peguei, achei um milagre achar uma lata de algo que não seja alcoólico logo de cara. Odiava bebida alcoólica, qualquer uma. Caminhei no meio da fumaça de cigarros, o cheiro não estava tão forte, mas mesmo assim era insuportável. Olhei para Clarissa quando começou a tocar Sky Full Of Stars. - Essa música. - Fechei os olhos dançando com ela, tá, aquilo não era totalmente eu. Quem visse acharia que eu já não estava mais sóbrio, mas eu não estava agindo normalmente desde cedo mesmo e vir para uma festa privada de uma ordem a qual eu não suporto os membros já deixava clara minha falta de sanidade. - Cause in a sky, cause in a sky full of stars. I think saw you. - Cantei o "you" fazendo tipo um uivo e sorri pulando na piscina, arrastando Clary comigo. Fiquei abaixo d'água sorrindo para a morena nórdica, se não nos notaram antes, com certeza nos notaram agora.

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Egyptians


BENJI
Justanotherguyonthis messy world and is not confused at all.

"Amigos, eles são meu verdadeiro tesouro"

T
udo estava brilhando nas cores do caleidoscópio. Mas a cor que predominava era o verde. A multidão, a vibe verde. O tintilar das taças, o perfume de bebidas flamejantes. O aroma das belas jovens, o fulgor dos rapazes. Aquele era um mundo novo para mim. O paraíso de prazeres comuns, e artificiais. Um mundo secreto além dos muros da elite. Estar naquele mundo me causava uma leve confusão. A vibe verde estava me impregnândo a essência. E eu estava bem...

FYI
Vibe Verde é o sentimento que só egípcios emanam. É mais que uma simples essência é uma aura, um brilho. Quase como uma nota de dollar. Só que menos suja.


Enquanto Timothy preparava as bebidas eu observava alguns novos personagens entre a multidão. Mas a corte Egípcia eu diria, o panteão Egípcio estava ali por perto.

FYI * Indíce de Sobrevivência Egípcio
Cap 1 - A corte do Nilo..


A primeira foto era do Próprio deus-sol. Noah. A entrada deslumbrante, o jeito com que se sobressaia a multidão, a coroa dele era mais que ouro. Seu sorriso alegre e os olhos azuis celestes. A.K.A: Pharoh.

A segunda foto era da deusa-lua. A luz materna da noite, Nadia. Os cabelos dourados e o ar inteligente lhe davam o mesmo tom das dunas douradas. Aquela menina era deslumbrante apenas por ser.

A terceira foto e a Deusa da beleza, a rainha do nilo. Mia, Uma leoa forte e hipnotizadora. Caçadora e que nos transmitia proteção e uma infinita beleza. Forte e Indisolúvel, uma amazona dos desertos.

A quarta foto era a Deusa das chamas e do metal. - Riley. Nada poderia traduzir melhor as belezas das chamas que esquentam as noites, nada dança mais do que as chamas do sol. Riley espalhava calor como as chamas da roda do sol.

A quinta foto era a deusa dos gatos. - Wendy. Os olhos cianóticos, a postura imperial, as garras titânicas que poderiam rasgar um coração facilmente na balança do destino.

A sexta foto era a deusa das estrelas, das formas, e das artes. - Haky. A beleza juvenil e os olhos tranquilos eram um oásis confortável convidando os perdidos. Vislumbrar a arte era olhar para ela.

A Sétima foto...o deus dos sorrisos, da vida, dos portais, deus das miragens. Ele me levara da minha vida normal, dentro das paredes do meu quarto ao paraíso Danúbio. Timothy. Os cabelos dourados, os olhos penetrantes, o jeito afável. Estar no paraíso e aqueles que se perdem na miragem de seu doce sorriso, some da existencia para uma vida de mensura ao céu.

Foi quando eu percebi que estava preso em meus pensamentos. Timothy falara comigo. Eu sorri olhando as fotos que acabara de tirar. Eu tirei uma foto dele, a sétima foto. Sorri sem jeito. Ele falou sobre eu não estar no meu lugar. Olhei para o chão e forcei um sorriso confiante.

- Bem...Está na cara né? - disse torcendo para não está vermelho. - É a primeira vez que vou a uma festa com pessoas da minha idade. É minha primeira vez em uma festa com tantas pessoas...digamos...V.I.P. - disse sorrindo timidamente, mordo o lábio inferior. Olho em volta e rio dos intrusos que chegavam na corte.

Timothy ainda lia meus pensamentos. Dei um passo atrás trombando com seu corpo. Foi quando dei por mim, e Noah e Riley estavam ali perto de mim. Eles estavam a uma certa distancia. Ele pareceu avaliar algo em mim. Será que ele notara as minhas roupas de segunda mão? Era agora que eu ia ser expulso da festa.


Sério??? Isso mesmo produção???

- Acho que é melhor eu ir embora - consegui balbuciar para o Timmy, não queria ser expulso. Tomo um gole da minha Pepsi.

Vejo Noah se afastar com Mia que apenas me deu uma piscada docemente. Eu suspirei, e Timothy me mirou, ele deveria me achar um idiota. Ele deveria estar pagando um trote. Conversar com o zé-ninguém da festa. Mas eu aproveitaria cada minuto daquilo.

Senti sua mão em meu ombro. E olhei para ele quando preparava a câmera. Gelei da cabeça aos pés, menos o rosto que estavam em chamas.

[/color]
MOMENTO NERD
Tipo Crônicas de Gelo e fogo...agora fazia todo sentido.


Meu estomago revirou como se borboletas voassem nele. Eu ri do  que ele falou.

- Obrigado por ser tão legal, Timothy. - disse sorrindo.
robb stark

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Egyptians
                            pool party
Quando Mia se afasta, decido ignorar um pouco o intruso, elas cuidariam disso, então, vejo o loiro que não é intruso, ele possui diversas tatuagens, o que me faz gostar ainda mais dele. Ele diz se chamar Finn. Sorrio, bonito, o nome:
— Prazer, Finn. Eu me chamo Noah. — Pisco para ele, não de forma "quero te dar uns beijos", mas de uma forma para saudar o novo amigo.

Meu corpo começa a ficar rígido depois de alguns outros goles da Ciroc pura, decido dar um jeito naquilo, embora fosse fácil aguentar, o difícil era fazer com que o corpo não rejeitasse tanto teor alcoolico. Pego um dos copos vermelhos, me perguntando por que não eram verdes, busco por um refrigerante, logo encontrando uma coca diet, daria pro gasto. Abro a latinha e despejo todo o conteúdo para dentro do copo, pegando um palito e misturando um pouco. Ótimo, refrigerante batizado. Tomo um gole, sentindo o quente e o gelado ao mesmo tempo.

Obervo o trote que Mia passa no intruso, rindo um pouco, e logo respondendo à pergunta de Finn.
— Eu estou morrendo de vontade de passar um trote, é, mas é mais fácil deixar o grego para elas, quero atacar um nórdico. Mais especificamente aquele que está na piscina. — Aponto na direção do carinha na piscina. Sorrindo para Finn, pergunto. Olho um pouco além, e vejo o rapaz da camisa badalada. — Eu vou falar um com aquele cara com o Timothy, quer vir comigo? — Sem esperar uma resposta direta, já tomo caminho, esperando que ele me siga. Timothy e o egípcio desconhecido não estão muito longe, de modo que logo eu estou na frente deles, sorrindo deliberadamente, e dizendo:
— Cara, sua camiseta é do badalo. Você tem bom gosto. Você acaba de se tornar meu novo melhor amigo. — Meu sorriso é sincero, eu sou sincero, realmente queria ter uma amizade com ele. — Sou o Noah. — Olho para Timothy, levantando a mão esquerda, para um hifive. — E aí, Tim?
WE ARE AMAZING
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Última edição por Noah Braückeroux em Qui Jul 23, 2015 1:02 am, editado 1 vez(es)

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Nordic
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We got no class and we got no principles.
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She made her way to the bar – Cantarolava, abaixando um pouco a cabeça para enxergar melhor os traços desenho que fazia. Estava sentada na escrivaninha quase que a tarde inteira, já que não havia absolutamente nada para fazer. Sortudos eram aqueles egípcios, que provavelmente estariam pulando em volta da piscina agora, enquanto eu estava aqui, mofando e, mesmo com o fone de ouvido, ouvindo suas músicas agitadas.  – I tried to talk to her, but she seemed so far. –

A caveira mexicana já estava ganhando forma quando, subitamente, escuto o barulho de algo batendo, me fazendo perder a concentração e errar o traço. Tirei os fones, ainda olhando abismada para o desenho, analisando se havia como recupera-lo, quando lembrei que eu tinha coisas mais importantes para fazer – como descobrir quem havia tacado uma pedra na minha janela.

Sim, uma pedra. Uma bem grande pelo visto, já que o vidro estava rachado. Passei os dedos sobre as linhas, pelo menos, não quebraria, por enquanto. Abri a janela, botando a cabeça para fora para ver se o infeliz que havia feito arte ainda estava por ali e, para minha surpresa, sim, estava. Arqueei as sobrancelhas para Hunter, que me olhava com um sorriso torto de cachorro sem dono, me convidando para ir a uma festa. Olhei para a direção da piscina, a única festa era aquela, dos egípcios. Ajeitei o cabelo, pensando em uma forma não muito ignorante de dizer não. – Hmm, ouvi dizer que é uma festa restrita apenas para os Egyptians. – Balbuciei, e não deixava de ser verdade, oras. Mas Hunter assentiu, sorrindo maliciosamente. “Eu sei”. Cerrei os olhos, pensando melhor no caso. Eu nunca havia ido em uma festa como essa, e talvez por isso não me sentia tão atraída para esse tipo de lugar. Mas, talvez, não fosse tão ruim assim. Há uma primeira vez para tudo, certo? – Me espere, desço em cinco minutos. – E fechei a janela em seguida.

Saltitei até o armário, pegando as primeiras peças de roupa que eu encontrei pela frente. Um short jeans não muito curto e claro, junto de uma bata branca. Ótimo, básica desse jeito não teria problemas caso me molhasse, já que a festa era na piscina. Dei um jeito no cabelo que estava todo bagunçado e pronto. Perfeita para uma festa, qual eu tinha certeza que sairia toda ensopada.

Desci rapidamente, encontrando com Hunter. Conversávamos animadamente enquanto seguíamos até a festa, junto de várias outras pessoas, todas agitadas, espalhafatosas. Meu pai adoraria saber que eu estava indo no mesmo lugar que os “bêbados, drogados e sabe Deus o que mais”, os festeiros, pessoas que ele jamais permitiu que eu me misturasse. Honestamente, uma parte de mim só estava indo para contraria-lo, enquanto a outra queria experimentar um pouco do que eu perdi por todos esses anos.

Sai dos meus pensamentos quando Hunter me puxou para uma foto. Deu tempo de eu fazer uma careta e, então, ele enviou a imagem convocando o resto da turma para comparecer a “invasão nórdica”. Caímos na risada e, enquanto mais nos aproximávamos do local, mais animada eu me sentia, totalmente diferente da garota de quinze minutos atrás.

[...]


A festa estava bombando. Pessoas dançando visivelmente alteradas, bebidas, amassos, tudo o que podia imaginar. Eu não fazia a mínima ideia se aquela eram apenas os Egyptians, ou se os Greeks já haviam se instalado ali também, só sei que todo mundo ali estava muito, muito louco. Era quase invejável toda a folia deles. Comecei a rir, enquanto Hunter me puxava para o meio do pessoal. – Talvez se nós nos mexessemos mais, eles não nos notariam. – Continuei rindo, pegando algo para beber. Preferi uma água, não tinha o costume de beber álcool e essa não parecia a melhor situação para começar a ter.

Logo que a música trocou, me vi dançando com Hunter Sky Full of Stars. Assim como ele, fechei os olhos, esquecendo que estava no meio de um monte de gente estranha, fumaça de cigarro e bebida. Apenas me mexia, imaginando o quão patética eu deveria estar, já que dança não era muito a minha praia. É. Isso até sentir o ventinho, o baque, e a água gelada. Hunter sorria, satisfeito por ter chamado a atenção, e eu não podia deixar de fazer o mesmo.

Hunter, eu tive uma ideia. – Disse ao emergir, respirando fundo enquanto nadava até a borda. Mas não saí antes de pular em cima dele, nos afundando novamente, dando o troco por ter nos jogado na piscina. – Agora que já me vinguei. - Ri, terminando o caminho até a beirada. - Temos que sair daqui. Agora. – Sai da piscina, puxando o nórdico comigo. Atravessamos a multidão correndo, sem parar nada, tentando não esbarar nos alunos que entravam na frente. Eu não sei dizer o motivo, mas subitamente minha mente havia aflorado para deixar aquela festa mais animada. Para mim, ao menos.

Andamos até sair da área da piscina e sentamos em um banquinho do pátio. – Espero que as meninas não tenham saído do dormitório ainda. – Murmurei, pegando o celular que estava dentro de uma capa de plástico – minha intuição jamais falhava, eu sabia que sairia da festa toda molhada – e comecei a digitar rapidamente algumas palavras, escutando o riso de Hunter ao meu lado. Quando terminei, enviei a mensagem e guardei o aparelho, passando a encarar o rapaz ao meu lado, numa pergunta muda sobre o que ele havia achado da ideia, ao mesmo tempo que pensava o quanto era engraçado como, mesmo chegando há pouco tempo, eu já havia conhecido pessoas mais interessantes do que conheci em toda a minha vida na pequena Rye.

Ei – Chamei depois de um tempo de silêncio – Você realmente pulou na piscina com o seu celular no bolso? – Mordi os lábios, tentando não rir da cara de Hunter.

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thank you secret from TPO.

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Take easy on me.

Nadei em direção a Clary tentando agarrar suas pernas, mas ela fora mais ágil e emergiu saindo da piscina. Se eu bem ouvi direito ela tinha um plano. Ergui-me tirando a cabeça de dentro d'água observando a garota já fora da piscina. Estava prestes a sair quando ela saltou novamente pondo a mão em minha cabeça e afundando meu corpo para baixo novamente. Sorri voltando a superfície pronto para dar o troco, mas Clary já me puxava para fora da piscina. Saí da piscina balançando a cabeça feito um cão encharcado, pedi desculpas a algumas pessoas que estavam ao redor e que foram atingidas pelos meus jatos d'água e segui Clarissa para não sei aonde. - Aonde estamos indo sua louca? - Indaguei entre risos enquanto era arrastado por entre aqueles alunos cheirando a álcool, drogas e diversão. Esbarrei em todo mundo, perdi a conta de quantos pedidos de desculpa eu havia feito durante aquele percurso. Ainda não entendia o que Clary pretendia com essa saída do local, a parada éramos curtir a festa e não fugir dela.

- Diga que isso foi uma saída estratégica? - Disse ainda sorrindo quando a ouvi dizer algo sobre as garotas ainda estarem em seus dormitórios. Enquanto ela digitava algo freneticamente em seu celular eu avaliava minha situação. Olhei para mim mesmo, estava totalmente encharcado, porém vivo e pronto para voltar à toda aquela insanidade. Senti uma animação percorrer meu corpo e me aproximei de Clary para ver o que ela tanto digitava. Meu sorriso alargava cada vez mais ao ler seu planinho para a noite. - Agora sim eu estou gostando. - Disse esfregando as mãos uma na outra, nunca me senti tão animado em toda minha vida, e pior, com pessoas que eu sequer conhecia totalmente. Ela enviara a mensagem e eu sorri observando a morena que só tinha feições de anjo, mas que sabia fazer uma farra quando queria. Quando ela me questionou sobre meu celular eu fiz uma careta de derrota passando a mão pelo bolso traseiro do jeans molhado. Tirei meu Iphone do bolso, estava totalmente encharcado. - Pode rir Clary, eu sei que você quer. - Enfiei o celular no bolso novamente, daria um jeito nele mais tarde, se é que há algum jeito. Tirei minha camisa, toda aquela umidade estava acabando comigo. Torci o tecido xadrez removendo toda aquela água, amarrei a blusa na cintura e olhei para Clary passando a mão no cabelo. - Vamos voltar pra sede, pegar as coisas e voltar para a festa, combinado? - Ela assentiu e eu a segui de volta para a sede.

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Egyptians

TIAU!

Olá, meu nome é Timothy e estou escrevendo alguma coisa aqui embaixo, provavelmente é um texto confuso que tenta ser claro, mas na ânsia por dar informação eu acabo me perdendo e deixo tudo confuso, enfim... Só queria mudar o que estava escrito aqui nas letrinhas pequenas, por isso estou escrevendo isso, bjks!
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As coisas estavam indo bem, Benjamin parecia estar aos poucos se sentindo mais a vontade naquele ambiente caótico de festa adolescente, mas de repente algo pareceu abalar ele, tive a impressão de que foi quando Noah e Nadia ficaram perto de nós, um olhar torto pareceu ser o suficiente pra fazer o rapaz fraquejar e de repente toda a confiança que parecia ter se estruturado nos últimos minutos ruiu, fazendo retornar aquele garoto frágil que estava sozinho na espreguiçadeira, talvez realmente fosse demais pra ele. Se essa idéia toda em minha mente era uma mera teoria sobre o que Benjamin poderia estar pensado, tal teoria passou a ser fato quando ele disse estava pensando em ir embora. Olhei pro lado e vi um grego sendo amarrado, a falta de limites daquilo começava a me assustar também – Também acho melhor você ir embora, esse lugar é horrível de mais pra você – Disse esboçando um sorriso e  cruzando meu braço ao do garoto enquanto caminhava junto dele rumo à porta de saída.

“Obrigado por ser tão legal, Timothy” As palavras de Benji me fizeram parar de andar por um segundo, virei-me na direção do rapaz que parecia um pouco distraído com sua câmera, ou talvez fosse uma forma meiga de disfarçar a timidez, dei-lhe então um beijo na bochecha – Obrigado por ser a coisa mais adorável desse lugar, Benjamin – as palavras saíram de forma sonora, como se estivesse lendo um livro de histórias infantis – Sabe, na cozinha da ordem eu tenho certeza que tem refrigerante, salgadinhos também! – digo sorrindo brincalhão pro rapaz enquanto saímos de lá e voltamos pra nossa ordem.

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Data de inscrição : 30/04/2015

Diretores - Principal







'Cause baby now we got bad blood


C

hego à festa indo direto na caixa de som e imediatamente puxo a tomada do som e começo a falar em alto e bom som, sem esconder o mínimo tom de ira na minha voz. – O que vocês estão pensando? – Grito. – Isso daqui não é uma boate, não é um lugar para inconsequentes fazerem baderna. Essa Instituição é seria, se vocês estão aqui foi porque merecerem, mas se for para fazer disso uma bagunça adolescente, tem uma lista de alunos para entrar no lugar de vocês.
Vou andando pela festa e paro perto de uma mesa. – Isso é bebida alcoólica e maconha... Drogas... – Suspiro fundo. - Vocês realmente só podem estar loucos! – Digo explodindo. – Têm noção do quanto essa atitude é perigosa? Se alguém caísse na piscina e machucasse? Se alguém passassem mal? Vocês iriam fazer o quê? Dá para ouvir a bagunça da minha sala. – Suspiro. – Ou seja, essa atitude não foi somente inconsequente, foi burra! Aqui tem câmeras! Aqui tem professores caminhando, tem vigia, tem zelador, tem de tudo para vocês serem pegos. – Paro novamente e me acalmo, tornando meu tom de voz frio. – Todos vocês serão punidos por esse ato, será retirado um ponto geral de cada ordem por cada pessoa que postou, agora vocês vão pra suas ordens dormir, porque as 7 da manhã vocês irão acordar para limpar a piscina e toda área em volta e um email será encaminhado para o pai de cada um. Iremos verificar as câmeras para saber todos que estiveram aqui. Tenham uma boa noite. – Digo me retirando, deixando alunos reclamando para trás, porque nada justificaria o que eles fizeram.
You know, we used to be mad love. So take a look what you've done. 'Cause baby, now we got bad blood.



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'cause you're a sky full of stars

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I like us better when we're wasted!
#7 . music:AQUI look:AQUI
Tudo que é bom dura pouco, já diz o ditado popular. Esse foi o caso da pool party dos egyptians, que ainda tinha muito tempo pela frente para acontecer, mas foi interrompida logo no início. Mas o início já havia sido tão movimentado que me parecia que a festa durou semanas. Sempre fui fã de festinhas, mas aquela tinha sido a mais animada e cheia de acontecimentos que já tinha ido. Geralmente, fica cada um em um canto, faz pouco ou nada na festa, e esta morre como um total fracasso numa tentativa frustrada de animar gente desanimada. Pelo menos essa me deixou com gostinho de quero mais e me fez conhecer pessoas incríveis que, se não fosse por essa festa, não teria acontecido.

Escutei o sermão da mulher que supus ser a diretora. A lição de moral foi muito parecida com as que minha mãe dava. E eu entendia a diretora, afinal ela precisa colocar ordem na instituição. Só fiquei impressionada por ela estar na sala dela durante o período da festa, em que não tinha nenhuma atividade no colégio. Ela deve trabalhar bastante. Quando falou sobre as câmeras, também fiquei impressionada, porque não conseguia ver nenhuma. Talvez fossem drones em formato de mosca, coisa de filme de espião. Apesar de admitir o vacilo, já que a festa deveria ser dentro da ordem como programada e não exposta para que as outras ordens participassem apesar da "restrição", achei a punição bem severa. Contudo, também percebi que a imposição não poderia ser ponderada pra uma proporcionalidade. É o que acontece quando o ser humano está no poder, esquecemos até dos tempos de quando fomos jovens.

Depois que a mulher deixou o local, percebi que muitos estavam chateados e preocupados. Chateada eu estava, mas recuperaria o ponto que perdi para a minha ordem com minhas aulas. E, sinceramente, fazia bastante tempo que eu não ria tanto, dei boas gargalhadas nesse pouco tempo. Já preocupada eu não estava nem um pouco. Eu provavelmente receberia uma bronca padrão da minha mãe e seria encaminhada pro psicólogo da escola. Se fosse expulsa, poderia voltar pra American Ballet Academy, de onde sinto tantas saudades.

Aproveitei que já estava lá mesmo e comecei a recolher o lixo da festa proibida. Alguns poucos se juntaram a mim, como já estava previsto antes da diretora interromper, e em questão de minutos garrafas vazias e copos estavam depositados nos sacos pretos de lixo. Olhando para a área da piscina, era impossível dizer que tinha acontecido uma festa ali. Nenhum vômito, bebida derramada, nada. A única bagunça estava depositada nos sacos pretos. Quando voltássemos no outro dia para limpar, como a diretora ordenou, não teríamos tanto trabalho.

Depois de tudo, peguei minha bolsa e meu megafone, que tinha trago comigo. Então, sai junto com Nadia, Noah, Riley, o garoto do trote e outras pessoas que estavam no recinto.

GO EGYPTIANS! X

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Policial


cool kids;



I wish that I could be like the cool kids, Cuz all the cool kids, they seem to fit in.  


"Tutora! A casa caiu!" Foram estas as palavras que arrancaram Anastasia de um belo sonho em que ela era uma bailarina dentro de uma enorme caixinha, e a caixa girava, e girava, e a melodia ecoava, fazendo-a suspirar de paixão por aquilo. Quando abriu os olhos viu onde se encontrava – nos campos ao fundo do prédio egípcio. Olhou preguiçosa para um aluno que parecia indeciso entre rir ou chorar. "Que casa caiu?" Questionou, coçando os olhos enquanto reunia sua toalha verde-limão do gramado e seu travesseiro em formato de uma flor de lótus. Desnecessário, era a única palavra que lhe veio a mente; ela havia recolhido tudo somente para jogar ao chão e correr descalça pelo campus após ouvir o real significado de a casa caiu. Sequer se importou com o fato de estar descabelada, com roupas largas e provavelmente o rosto terrível pós-despertar. Ela só desejava ter asas para alcançar o prédio das piscinas poliesportiva do instituto e tentar reverter o estrago feito pelos seus elfos.

"Tarde demais." Grunhiu em mente quando em meio a tropeços invadiu o pavilhão das piscinas. Os olhos azuis arregalados captavam ao cenário caótico dali – aquilo a fez recordar sua época estudantil, ela teria rido de como aquele lugar estava um caos se não estivesse tão afetada pelo que conseguiu ouvir dos múrmuros dos adolescentes dali. "Pontos perdidos. Faxina as sete da manhã." Foram as poucas coisas que conseguiu captar. "Que bosta." Resmungou quando viu os egípcios caminharem alinhados para fora do prédio, obviamente revoltados. "Maldita hora para dormir nos jardins", pensou a loira, que prendia seus cabelos em um rabo de cavalo para parecer menos uma vítima de uma descarga elétrica e mais tutora responsável; quem dera fosse! Ela poderia ter evitado aquilo? Ou pelo menos os ajudado a comemorar de forma menos prejudicial? O estrago já estava feito, e ela apenas observou com um olhar afável e sorriso curto no rosto. Isto até captar um egípcio com um beque preso entre os dedos; fez questão de caminhar até este e tomar o cigarro de maconha de sua mão. "A festa acabou, meu menino. Tome um banho, coma algo e vá descansar." Aconselhou, guiando-o ao grupo de retirada enquanto dava umas tragadas secretas no cigarro – estava precisando aquele momento, oras.

Com o pavilhão devidamente vazio ela pode olhar bem o cenário, rir daquilo e se preparar psicologicamente para ajudar seus elfos na limpeza daquilo, além de se preparar para o que falar com eles sobre aquilo. O dia seguinte seria cheio, de fato, e Anna permitiu-se tragar mais daquele cigarro para tentar, só tentar, não ficar tão aflita com a situação.






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