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Wicked Academy

Enfermaria


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Mensagem por The Vanity em Sex Maio 08, 2015 10:41 am

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Enfermaria
A enfermaria do Instituto se encontra no térreo do prédio principal para facilitar o atendimento tanto dos alunos que estejam na área interna quanto daqueles que entejam na área externa. Os alunos que frequentam o lugar normalmente estão sofrendo com dores de cabeça, enjoos ou dores musculares causadas pelas atividades que exigem esforço físico, como Esgrima, Rugby, animação de torcida e Hipismo, eventualmente aparecendo um ou outro aluno menos afortunado que sofreu algum acidente dentro das instalações do instituto, sendo que casos graves devem ser transferidos para um Hospital no centro da cidade. A enfermaria em si é constituída por uma mesa de atendimento, aonde se encontra um enfermeiro, dois leitos hospitalares separados por um biombo, um pequeno banheiro ao fundo e um armário com remédios e outros utensílios médicos.  



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Greeks



to the sea

Já era fim da tarde quando a ruiva resolveu sair de seu cubículo e dar uma volta, motivo? A discussão que teve com seu pai ao saber que sua filha não estava em um colégio de "boas maneiras", a confiança que tinha com ele era a coisa mais importante para ela, mas ele deu razão para sua mãe, Levi imaginou como ela deve ter ficado "chorando e se enchendo de remédios", típico.
Então ela saiu correndo de seu dormitório, chorou em algum canto, se descabelou, e quando se acalmou viu que seu estado era deplorável, estava de vestido azul de alças finas e renda demarcando o decote em seus seios e fora um erro sair nessa hora, ela sabe que na noite a temperatura muda drasticamente, bem, nem tanto, mas mudava um pouco e mesmo sendo russa sentia um pouco de frio, abraçou seus braços e andou sem rumo pela academia... As palavras de seu pai não saiam de sua cabeça, ela queria chorar, mas segurou. Sua mão direita seguiu para o pequeno bolso "secreto" em seu vestido onde o celular repousava.
Assim que o desbloqueou, o aplicativo de mensagens apareceu na hora, metade delas eram de sua mãe, seu pai sequer fez contado, mas uma mensagem lhe chamou atenção.
"> Sky, nossos pais não entendem o verdadeiro significado de seguir o próprio caminho...   - Levi achou estranha a mensagem de seu irmão, a primeira em anos... Seguiu para a entrada do prédio principal, respirou fundo, criou uma lista mentalmente do que faria logo em seguida e "calmantes" surgiram no primeiro tópico, seus pés mexeram involuntariamente seguindo para a enfermaria, estava mais quente no interior e por isso não se incomodou mais com sua aparência, foi logo estufando o peito para falar do que precisava quando abriu a porta, mas no começo de sua fala percebeu que Domus, o enfermeiro, não estava ali.    
     

valeu @ carol!


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Mensagem por Henry Daniel Grey em Dom Jul 12, 2015 8:49 pm

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Greeks
Brace Yourselves,
I’m coming...
N
ão existia muita diferença entre andar pelo campus durante a noite ou durante o dia, já que sempre tem aqueles malditos refletores, lâmpadas ou que seja espalhados pelo caminho. E com o zelador querendo arranjar alguma confusão eu teria que bolar outra coisa.

Sentei nas escadas do prédio principal e apoiei o queixo na palma da mão, não poderia pichar as paredes do prédio por causa do zelador. “O que faria com aquelas latas de tinta na minha mochila?” Estava nessas divagações quando vi um homem passar por mim, e notei que era o enfermeiro. Tipo, que tipo de escola tem um enfermeiro para tempo integral? E parecia que a enfermaria estava sozinha enquanto ele estava no seu intervalo para o “café”. Senti um sorriso se apoderar lentamente de minha face conforme notei suas costas se distanciarem e me levantei, entrando no prédio.

Abri a porta da enfermaria com o pé conforme tirava uma das latas de dentro da mochila e começava a chacoalá-la. Fui direto para a parte onde ficavam os armários de remédios e comecei a fazer um desenho do simbolo dos greeks. Depois de alguns segundos dei um passo para trás para observar o que havia feito e fiz uma careta, tá ai o porque de eu não ter escolhido artes plásticas como matéria.

Me virei para fazer qualquer coisa aleatória na divisória que dava para as macas, camas ou whatever quando me deparei com um par de olhos castanhos e soltei a lata de tinta e levei a mão para o coração. -Ai cacete. - disse automaticamente com o susto. Depois de um minuto ou dois me recuperando do susto, me ajoelhei e peguei a lata de tinta do chão. -O que você está fazendo aqui? O enfermeiro não está. - falei para a garota, olhando em seus olhos e fazendo uma careta, porque se ela fosse uma nordic eu estaria completamente ferrado.

robb stark

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Greeks



to the sea

Seus pés rodaram ligeiramente para encarar a estranha aparição, um sorriso maroto brotou em seus lábios depois de ser brutalmente assustada, ela só queria um calmante, mas a adrenalina que surgiu depois de ver um membro de sua ordem já fora o bastante para esquecer todo o ocorrido de antes. - Ah... Eu... - Era visível que Domus não estava. - Eu vim me drogar, mas acho que você teve uma ideia melhor. - A ruiva caminhou para perto do garoto, agora ela podia ver a bela obra de arte. - Por que está me olhando desse jeito? Até parece que não sei dar continuidade na diversão.

Levinsky deu risada, mas logo cobriu a boca e voltou para a porta, a menina do cabelo cor de fogo trancou a única entrada e saída, bem, a janela também poderia ser classificada desse jeito. - Pois bem, eu sou Levinsky. - A grega andou rapidamente até a mesa do enfermeiro, puxou um dos arquivos cruzou as pernas e leu as primeiras linhas do conteúdo em suas mãos. - Então senhor McMiller, você sofre de epilepsia? Interessante, não parece, vamos apagar isso... - Levi rabiscou com sua mão esquerda algumas coisas na pasta amarela. Logo puxou outra pasta, dessa vez era uma na cor vermelha. - Alice... Definitivamente não tem cara de Alice. >Reposição de hormônios... - Então ela olhou para o garoto. - Vamos, não me deixe sozinha nessa, vamos deixar esse lugar com cara de Nórdico, bem estragado.

Fazer aquilo era a última coisa que a menina do "comportamento adequado" pensaria, mas depois que sua mãe lhe deixou puta da vida, que se foda tudo, que mandem-na logo para a sala da diretora por... Será que isso dava cadeia? Ela só sabia que o enfermeiro teria um longo trabalho para arrumar tudo, e se ele conseguisse arrumar tudo. Levi já tinha modificado uns oito arquivos, lido todas as doenças e alergias daquelas pessoas que não lhe agradavam e aproveitou para desenhar algumas coisas em cima.
     

valeu @ carol!


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Mensagem por Henry Daniel Grey em Ter Jul 14, 2015 10:22 am

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Greeks
Brace Yourselves,
I’m coming...
P
rimeiro eu olhei com certa surpresa para a resposta da garota, mas logo a surpresa foi substituída por um sorriso maquiavélico. Deixei minha mochila no chão e puxei minha Zero Tolerance 0350 e sentei ao lado dela, mas ao invés de rabiscar os arquivos eu comecei a usar a faca para tirar as etiquetas dos arquivos e colocá-las em pastas completamente diferentes, fazendo com que as doenças e alergias de um aluno fossem para outros.

-Primeira vez? - perguntei, acenando para o lugar já meio destruído, mas querendo indicar o quesito vandalismo. Depois de mais uma pilha de arquivos com nomes trocados me levantei e fui até o vidro de remédios e com a base da faca quebrei o vidro. -Alguém vai aprender que não se deve sair do posto de serviço. - comentei sarcasticamente, pensando na cara de constipação que o enfermeiro faria quando visse aquilo.

Olhei o relógio em meu pulso e notei que já estava ali a pelo menos vinte minutos, e a não se que o cara tivesse parado no meio do caminho e tivesse um sério problema de intestino preso então ele deveria estar a caminho. Segurei uma das alças da mochila e guardei a faca, fui até a garota e bati no relógio com o dedo. -Hora de ir. Já acabou? - perguntei por cima do ombro já que olhava pela janela a movimentação exterior.

robb stark

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Policial
WTF? GUYS!!
Ficar naquela sala até tarde para terminar algumas receitas e avaliações do começo do ano exigia muito e o cansaço vinha como um cobertor quente acompanhado de um ótimo café. Café! Era disso que ele precisava e esse foi o motivo que o fez deixar a sala por alguns longos instantes, pensou na inocência e na boa conduta daqueles jovens que moravam ali e por isso não pensou duas vezes antes de levantar de sua cadeira e deixar seu posto, o jaleco fora posto dentro de seu armário onde seus demais pertences ficavam.
Seus passos para fora da enfermaria foram longos, desceu as escadas na corrida e em poucos segundos estava fora da vista da Academia, voltaria em poucos minutos, pensou.  Avistou alguns alunos fora de seus dormitórios e não os repreendeu por isso, pois lembrava muito bem de sua adolescência, apenas acenou para eles e seguiu seu caminho em busca de café, até que algo lhe chamou atenção, desviando de seu caminho fora de encontro até um grupo de jovens reunidos em volta de alguém que segurava um violão, uma menina de cabelos escuros e ondulados, segurava o instrumento com segurança e parecia gostar do público.
O enfermeiro sorriu e aplaudiu logo em seguida, até que franziu o cenho... Por quanto tempo fiquei aqui? - Se deu conta que estava longe demais da enfermaria, os alunos daqui até poderia parecer ser bem comportados e tudo mais, mas não eram burros. Domus levou sua mão até o bolso de sua calça jeans e não encontrou suas chaves, Não tranquei a porta?, mais um motivo para deixar o café de lado e voltar o mais rápido possível para a enfermaria, mas antes teria que encontrar o zelador, esse mal pressentimento atingiu-o de todas as formas possíveis, quando conseguisse uma copia da chave "só para garantir" e também não era a primeira vez que alunos se trancavam dentro da enfermaria, então era sempre bom garantir.
Assim que avistou o prédio principal, não se sentiu nem um pouco aliviado, estava com as chaves reservas na mão e estava louco para pegar alguém de surpresa, e tem gente que acha que o enfermeiro é gente boa. Domus subiu as escadas na maior cautela, parecia um ladrão em plena ação, não queria espiar pela janela então fora direto para a porta.
-E eu achando que vocês estavam transando. Dito e feito, os alunos estavam ali, mas o que ele não esperava era que fossem Greeks, então não conseguiu formular algo na categoria de "Vou foder com vocês" - Mas olhando a bagunça que fizeram... -Bom, se fossem Nórdicos, esperava encontrar vocês pelados, se fossem Egípcios esperava algo como, uma revolução industrial, aparelhos quebrados, cura natural e essas liberdades que só essa ordem tem, mas vocês me surpreenderam.   - Domus estava pasmo, e só conseguia olhar para seus arquivos destruídos.
-Então, é... Bem, vocês sabem o caminho para a sala da Miranda. Sua mãe não vai gostar nada quando eu passar os valores para repor toda a festinha de vocês. - O enfermeiro andou até sua mesa, afastou alguns dos arquivos destruídos para escrever em seu bloco de notas todo o ocorrido na enfermaria, claro que ele não sairia sem uma bronca dessa história toda, afinal, ele tinha deixado seu posto, assim que terminou entregou o envelope contendo as informações para o garoto.  



____________

Give me all of that ultraviolence

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Mensagem por Noah Braückeroux em Qui Jul 16, 2015 2:33 am

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Egyptians
infirmary
I went down to St. James Infirmary, I saw my baby there
Com o senso de direção de Noah, era muito fácil que ele se perdesse por entre as dezenas de salas que a academia continha. Isso era um problema de berço, ele nunca teve como qualidade boa memória, ainda mais para guardar onde era tal lugar.

A vontade do adolescente de ascender um dos cigarros guardados na mochila azul era realmente grande, mas as regras não permitiam, e pelo jeito, ele poderia ser expulso. Era tudo muito rígido, e Noah nunca conseguiu seguir muito bem as regras impostas, mas seu pai precisava que ele ficasse em um único colégio, pelo o menos até a faculdade, o que demoraria um pouco, se contasse que ele ainda estava no primeiro ano do ensino médio, o que significava que ele era... Um calouro.

Noah realmente odiava a palavra "calouro", era a lembrança constante de que ele sofreria diversos trotes durante todo o ano letivo até que ele passasse para o segundo ano. Um bocejo rápido perpassou por ele, até que encontrou uma porta aberta com uma placa que indicava que aquilo era a enfermaria. Bom, o enfermeiro poderia ter mais informações sobre o local que ele. Sem mais delongas, entrou, logo dizendo: - Olá? Eu me perdi, poderia me indicar a direção para a sede dos Egyptians? - Noah não prestara atenção direito, outro de seus defeitos.

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Mensagem por Noah Braückeroux em Sex Jul 17, 2015 9:37 am

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Data de inscrição : 20/06/2015

Egyptians
infirmary
I went down to St. James Infirmary, I saw my baby there
Gradativamente o queixo do garoto começou a descer, de modo que logo ficasse de boca aberta ao notar o estado em que estava a enfermaria. Logo o enfermeiro disse onde ficava a sede da ordem de Noah, mas o simples fato de que tudo ali estava totalmente bagunçado e/ou destruído. Levantando então a cabeça para olhar diretamente para o enfermeiro, o calouro não pôde conter um sorriso e certa agitação, o responsável pela enfermaria era um homem, digamos, bem apessoado. Cabelos loiros, olhos escuros penetrantes e uma barba muito bem feita.
- Ah, obrigado. Mas, bem, você precisa de ajuda? - Com essa pergunta, o adolescente apoiou-se no vão da porta, cruzando os braços e sorrindo, ainda com os lábios fechados, de modo que não parecesse um louco completo.






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Greeks
Give me more Treta
Em poucos minutos ela estava no território da Weston, desviou seu caminho para ir até seu quarto pegar algo de muito valor e sentimento, caminhou pelos corredores apertando os remédios em seu peito, parecia uma dependente química se desfazendo de seu vicio, mas uma coisa era certa, como uma boa Greek ela iria pegar eles de volta, não pensava em vender, apenas queria tê-los, isso era engraçado, e deixava-a com medo quando esse pensamento florescia em sua mente. Alcançou o prédio principal e na companhia de Henry os dois voltaram para a enfermaria.
Passou-se alguns dias desde que eles fizeram sua festa privada naquele local, quem os visse entrando acharia que estariam lá para terminar o que começaram, mas acreditem, não tem mais nada para fazer e não eram bandidos para quebrar os aparelhos e queimar as macas, a ruiva respirou fundo e bateu na porta, não obteve resposta, bateu novamente e sem esperar abriu a porta.
Um sorriso maroto brotou em seus lábios assim que viu Domus e um aluno do Egito ali dentro. - Como fora avisado, temos coisas para fazer aqui... - Levi girou o pulso enfatizando a bagunça no local que Domus sequer deu uma geral. Ela caminhou até onde os arquivos estavam, a maioria tinha sido arrancada das pastas certas, algumas folhas se diferenciavam pela cor, essa parte seria fácil, agora era só dar um jeito de apagar as coisas erradas que escreveram nas folhas e juntar com as pastas certas. De qualquer modo, Domus teria que passar a limpo aquelas coisas se quisesse ter um diagnostico certo dos acompanhamentos que estava fazendo.
Pelo visto, ficariam a tarde inteira ali. Quase se esquecera dos remédios, tirou eles do bolso, perdeu alguns bons minutos olhando para eles como se estivesse fazendo um discurso mental de despedida, sabe esses que fazem em funerais? Era isso que ela estava fazendo até se virar e chamar a atenção de Henry para que ele guardasse os remédios onde eles ficariam escondidos até a menina pegar eles de volta. Então ela olhou para o teto, para os cantos, tentando procurar as malditas câmeras. Tire isso da cabeça, sua retardada! - O enfermeiro continuava ali, rindo e conversando com o aluno, a coordenação sabia disso? Balançou a cabeça, aquilo não era da conta dela. Separou os arquivos por cor, e depois por gêneros, ficaria mais easy para juntar cada folha com a pasta correspondente. Pilhas e pilhas iam se formando, de algumas ela lembrava o que estava escrito embaixo dos rabiscados, ainda bem que fora apenas alguns arquivos dos milhares que estavam guardados.  
Terminada aquela parte, olhou para onde tinha encontrado Henry naquela noite, a tinta azul estava lá com toda a sua cor forte e dizendo "eu não vou sair daqui" - Ah você vai sim. - A menina sussurrou, foi em busca de dois panos e qualquer coisa para tirar manchas, com tanto produto químico que havia ali, alguma coisa teria que funcionar. E acabou que com água aquilo saiu fácil, a enfermaria estava melhor que antes da bagunça, os dois Greeks deveriam receber alguma coisa por ter deixado o lugar daquele jeito. Levi olhou para o lado, estava bem perto do armário dos remédios. - Olhe, Henry, eles são tão lindos. - A menina fez uma cara de emoção misturada com choro e decepção. - Eu voltarei por vocês... - Deu uma olhada geral na sala, ergueu as sobrancelhas para Domus. Assim que tudo ficou dentro da normalidade, deixou o local.        



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Mensagem por Henry Daniel Grey em Sex Jul 24, 2015 6:43 pm

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Greeks
Whatever
Pré-Party
E
Quase engasguei ao tentar conter a gargalhada que queria sair quando ela misturou umbanda com qualquer que fosse a besteira cristã que estávamos falando alguns minutos antes e disfarcei tossindo por cima. Antes de acompanhá-la para o lado de fora da loja me virei para a dona da loja e fiz o sinal da cruz e a abençoei. -Que Jesus ilumine seu caminho irmã. Amém.


...


Mesmo sem concordar completamente com precisar arrumar a enfermaria, eu fui, já que não queria ir para clinica de reabilitação nenhuma. Parei atrás dela na porta e me perguntei o porque de precisarmos bater na porta quando a enfermaria deveria estar aberta sempre para os alunos e quando entramos e vi um aluno egípcio parado perto do enfermeiro um sorriso malicioso surgiu em meus lábios. Minha mãe sabia da inclinação do enfermeiro por alunos? -Estava fazendo um check up completo nele Domus? - perguntei malicioso sem realmente querer uma resposta.

Fui até as pastas e comecei a ajudar a organizá-las novamente já que eu só tinha trocado as etiquetas então seria bem mais simples para reorganizá-las, apesar de não tirar o tédio da tarefa. -Jesus humilha satanás, oh nais oh nais, yeah yeah. Jesus humilha satanás... - comecei a cantarolar de forma engraçada para melhorar o clima de enterro ali dentro.

Ajudei a garota a esfregar a parede e tirar o desenho mal feito do simbolo greek que havia feito na parede. O cheiro do produto de limpeza era tão forte que eu sentia que precisaria tomar uns dez banhos para tirar aquele odor de mim. Os panos saíram não somente azuis devido a tinta mas também pretos devido a sujeira, alguém sequer limpa a enfermaria?

-Não se preocupe Levin. Deus escreve certo por linhas cegas... Ou algo assim. - disse apoiando minha mão sobre seu ombro e direcionando o olhar para o enfermeiro e já tramando algum tipo de chantagem futura. Depois olhei mais uma vez para a enfermaria antes de ir para minha ordem.


robb stark


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Mensagem por Henry Daniel Grey em Sex Jul 24, 2015 6:44 pm

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Data de inscrição : 08/04/2015

Greeks
Whatever  
Enfermaria
E
u também tinha minha dificuldade de controlar a vontade de rir devido ao código, já que se tinha uma coisa que eu não sou é ser religioso. Acenei concordando muito sério com tudo o que ela falava e propositalmente parei na frente da fileira de CD’s gospéis e não reconhecendo nenhum cantor ou grupo.

Quase engasguei ao tentar conter a gargalhada que queria sair quando ela misturou umbanda com qualquer que fosse a besteira cristã que estávamos falando alguns minutos antes e disfarcei tossindo por cima. Antes de acompanhá-la para o lado de fora da loja me virei para a dona da loja e fiz o sinal da cruz e a abençoei. -Que Jesus ilumine seu caminho irmã. Amém.


...


Mesmo sem concordar completamente com precisar arrumar a enfermaria, eu fui, já que não queria ir para clinica de reabilitação nenhuma. Parei atrás dela na porta e me perguntei o porque de precisarmos bater na porta quando a enfermaria deveria estar aberta sempre para os alunos e quando entramos e vi um aluno egípcio parado perto do enfermeiro um sorriso malicioso surgiu em meus lábios. Minha mãe sabia da inclinação do enfermeiro por alunos? -Estava fazendo um check up completo nele Domus? - perguntei malicioso sem realmente querer uma resposta.

Fui até as pastas e comecei a ajudar a organizá-las novamente já que eu só tinha trocado as etiquetas então seria bem mais simples para reorganizá-las, apesar de não tirar o tédio da tarefa. -Jesus humilha satanás, oh nais oh nais, yeah yeah. Jesus humilha satanás... - comecei a cantarolar de forma engraçada para melhorar o clima de enterro ali dentro.

Ajudei a garota a esfregar a parede e tirar o desenho mal feito do simbolo greek que havia feito na parede. O cheiro do produto de limpeza era tão forte que eu sentia que precisaria tomar uns dez banhos para tirar aquele odor de mim. Os panos saíram não somente azuis devido a tinta mas também pretos devido a sujeira, alguém sequer limpa a enfermaria?

-Não se preocupe Levin. Deus escreve certo por linhas cegas... Ou algo assim. - disse apoiando minha mão sobre seu ombro e direcionando o olhar para o enfermeiro e já tramando algum tipo de chantagem futura. Depois olhei mais uma vez para a enfermaria antes de ir para minha ordem.


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Como se fosse um livro, Wicked Academy terá cada capitulo com tramas inspiradas em diversas séries. E atualmente no nosso Capitulo Dois temos como inspiração a famosa série do Netflix, Stranger Things. Como faremos a ligação entre esses capítulos? Descubra entrando no nosso RPG.

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