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Wicked Academy

[RP Fechada] Keep it Together


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Keep it Together
A presente RP encontra-se fechada com postagem inicial de Levinsky Täz Zhirkov, passando-se esta em Vanity’s Bistro em um dia com o clima fresco. Estando no mundo real, não é possível que algum ataque ocorra a ambos envolvidos.

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Greeks

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I've heard of affairs That are strictly platonic, But diamonds are a girl's best friend.
Respirava profundamente, seus dedos deslizavam pela tela do celular, contatos antigos que lembravam sua vida, ou o termo correto seria ex-vida? Nunca mais veria seus amigos de infância, não lembrava da maioria de seus parentes, mas nessa altura do campeonato já estava todos mortos. O corpo preguiçoso se ajeitou na banheira para buscar um novo lugar de conforto, seu corpo sempre fora marcado por hematomas, antes eram provocados por total descuido, estresse... Mas agora, os roxos haviam arrumado um novo significado. Sobrevivência.

Era uma fugitiva, tinha que viver escondida e num mar de proteção constante, seu corpo pedia por uma normalidade. Pensou com muita cautela, seus olhos vigiavam fixamente a chama da pequena vela perfumada. Os dedos esguios cuja as pontas estavam enrugadas pela ação da água, brincavam com a pequena fonte de calor. Até dava para esquecer porque estava ali, mas era uma nuvem de preocupação que rondava a sua cabeça e estava pronta para abrir a tempestade bem em cima de sua cabeça. "Você precisa fazer isso."

O aplicativo de mensagens estava aberto e pronto para avisar o contato sobre o "possível encontro". Já tinha se passado um tempo razoável de espera, Levinsky precisava saber de sua situação. Não teve pressa para escrever a mensagem, uma parte de sua mente pedia para que esperasse mais. Respirou fundo novamente, para criar coragem. Os dedos deslizaram rapidamente por cada letra e formaram uma mensagem simples e direta.

"Precisamos conversar. No Vanity’s Bistro ao meio-dia."

Saiu da banheira com certa relutância. Escolheu qualquer peça de roupa preta para o almoço, demorou apenas cinco segundos para decidir que mudaria de roupa, não poderia ir de qualquer jeito. Amélie poderia ser sua única parente ainda viva e pensar naquilo lhe embrulhava o estômago. Por fim optou por uma blusa branca e uma calça jeans escura e por mais que tentasse... Nunca conseguiria abandonar a sua velha bota preta. A cidade era quase deserta, já não era mais tão surpreendente encontrar o Bistro vazio. Mas mesmo assim sempre pedia uma mesa retirada.


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with: Levinsky Täz Zhirkov



Amélie today looks like this
my sweet familyI'd catch a grenade for ya, Throw my hand on a blade for ya, I'd jump in front of a train for ya, You know I'd do anything for ya...
 

Não fazia muito tempo que havia acordado quando o seu celubar vibrou no balcão da cozinha, tirando a sua atenção do café da manhã para ler a mensagem que havia recebido. Ergueu as sobrencelhas enquanto continuava mastigar suas torradas e ovos. Levinsky estava na cidade fazia algum tempo e Amélie sabia, porém a garota ainda não tinha tentado entrar em contato. Respeitava isso mas sabia que ela estava encrecada e que logo precisaria de sua ajuda. Como pôde ver, não demorou muito. Partiu em direção ao seu quarto para tomar um banho e se vestir, já que não morava tão perto do bistrô em que se encontrariam. Não teria que estar no trabalho até mais tarde, então teria tempo para conversar com Levinsky. Não estava acostumada a ter que lidar com problemas familiares, já que não tinha nenhuma família vivo. Tinha sido filha única e seus pais morreram em um acidente a alguns anos. Vivia sozinha já a bastante tempo, porém quase estava animada para ver alguém com quem compartilhava sangue. Ainda que soubesse que não devia se apegar muito, estava otimista sobre o começo dessa nova relação em sua vida.

Jogou o sobretudo por cima de sua roupa e pegou sua bolsa e chaves, partindo em direção ao seu carro. Sua vida era um conjunto de normalidades durante o seu dia à dia. Não havia muita animação ou reviravoltas em sua vida, além dos seus casos. Podia dizer que ser uma detetive era sim a parte mais excitante de sua vida. Não havia romance na sua vida, não havia animação. De vez em quando se martirizava por tal realidade, mas o que podia fazer. Vivia a vida que lhe era devida. Não demorou muito e já estava no bistrô. Nem pediu ajuda para qualquer funcionário e apenas correu os olhos pelo local, mirando Levinsky em uma das mesas mais afastadas e reservadas do local. Caminhou em sua direção, tentando colocar um sorriso em seu rosto. Sabia que a garota esta com problemas, mas queria que ela se sentisse confortável em sua presença.

— Olá, Levinsky! Quanto tempo... — falou enquanto sentava de frente para ela, sorrindo em sua direção. Não via a garota mais nova desde que era uma adolescente e ela ainda mais nova. Sabia que aquele lado da sua família não era do tipo normal e por isso os seus pais não se deixavam envolver muito. Nunca moraram perto então não tiveram muito contato durante suas vidas. Não até pouco tempo quando soube de tudo que havia acontecido, já que seu sobrenome era o mesmo. Como detetive da polícia, começou a procurar por Levinsky que devia estar completamente sozinha e encrencada após tudo que havia ocorrido. Não demorou para achá-la e  descobrir que ela tinha vindo até sua cidade. Sabia que era sua obrigação ajudá-la e faria exatamente isso! — Você me chamou... Diga o que precisa falar comigo. — falou, enquanto pedia uma água para a garçonete que passava perto de sua mesa. Sua arma estava no coldre em sua cintura e seu casaco permanecia intacto para escondê-la. Não sabia com o que poderia estar lidando ali e tinha que estar preparada. 


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I've heard of affairs That are strictly platonic, But diamonds are a girl's best friend.
Não sabia definir suas emoções naquele momento, estava feliz por ver que Amélie estava ali, que ela havia atendido seu pedido. Mas ao mesmo tempo estava preocupada, ela tinha motivos para estar ali e Levin sabia que aquela conversa tomaria um rumo sério. Os flashbacks apareciam como um sonho lúcido, lembrava vagamente de sua tia fazendo parte de sua infância, parte disso porque seu pai havia restringido muita coisa e queria usar a própria filha em seus negócios, dizia que ninguém conseguia resistir a um rosto bonito. Sentia suas mãos tremendo, assim como o seu corpo todo. Desde que havia se mudado para a cidade havia aguardado por aquele momento, mas agora naquele momento quando todas as suas perguntas teriam as devidas respostas, nada, absolutamente nenhum som saía de sua boca. Não conseguia formular uma frase que faria sentido para aquele momento, o nervosismo tinha tomado conta de sua mente.

- Amélie... - Sua voz saiu quase inaudível, respirou fundo e pigarreou. - Já faz alguns anos. - Dez, para ser mais exata. A morena pediu por uma taça de vinho e escolheu qualquer coisa para comer. Não estava ali pela comida e com toda certeza nem tocaria em seu prato. - Já deve saber qual será o assunto. - Uma pausa longa e dramática se seguiu no meio da conversa. - Eu preciso saber, Amélie. Preciso saber se ele virá atrás de mim. - Depois que entrou na Weston as coisas ficaram meio complicadas e a morena se esqueceu que tinha que levar uma vida ás escuras. Já tinha perdido a conta de quantas vezes havia se encrencado com a policia, já não conseguia mais manter aquele ''disfarce''. - Eu testemunhei contra o meu próprio pai. Seu irmão. - Não estava arrependida de ter feito isso, mas acontece que não se tratava apenas de seu pai e sim do pessoal que estava envolvido no meio disso tudo e ela sabia do que eles eram capazes.    

- A minha ficha criminal só cresceu e eu sei que eles podem me rastrear por causa disso. - Tudo que ela queria era uma vida normal, era impossível. Tinha vinte e um anos estava na universidade, não poderia viver trancafiada ou com medo. - Eu sinto que tem alguém me cuidando e você sabe que ele pode mandar qualquer um fazer o trabalho sujo. - Seus punhos estavam cerrados, no começo ela achou que ia ser fácil, que seu pai ficaria preso por um bom tempo, mas acontece que ele tinha amigos em todos os lugares, inclusive para forjar provas que o colocassem em um patamar de livre em todos os crimes que havia cometido.  


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Como se fosse um livro, Wicked Academy terá cada capitulo com tramas inspiradas em diversas séries. E atualmente no nosso Capitulo Dois temos como inspiração a famosa série do Netflix, Stranger Things. Como faremos a ligação entre esses capítulos? Descubra entrando no nosso RPG.

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