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[RP FECHADA]Blame it on the Greeks


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Greeks

Blame it on the Greeks
A presente RP encontra-se fechada com postagem inicial de Levinsky Täz Zhirkov, passando-se esta nos arredores da Delegacia onde vai acontecer em uma noite fria. Estando no mundo mundo real, não é possível que algum ataque ocorra a um ou ambos envolvidos. Posteriormente pode-se contar com a presença de Henry Daniel Grey .



Última edição por Henry Daniel Grey em Qua Fev 15, 2017 2:35 pm, editado 1 vez(es)

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Greeks

Fuk Da Police!

"  commin' straight from the underground "

"Porra Henry, não vá se atrasar!"

Levin andou pelo quarto na procura de sua mochila enquanto os dedos deslizavam rapidamente pela tela do celular. A mensagem enviada para o grego tinha sido bem direta, mas nada sério, era apenas uma provocação porque sabia que ele levava essas atividades a sério. Já tinha problemas demais com a policia, e se ela dava a minima pra isso? "Bota mais uma na conta!". Não era a primeira vez que entraria nesse lado "secreto" dos Greeks, sempre foram vistos como a fraternidade certinha, os nerds que viviam em cima dos livros. Livros? O plano parecia fácil, mas não tinha tanta certeza porque tinham evoluído uns cinquenta níveis com essa ideia genial. Levinsky tirou seu casaco preto de dentro do armário, nenhuma peça de seu traje possuía outra cor.

Só havia uma coisa em seus pensamentos, as opções da nossa querida diretora, o que ela faria ao saber do grande feito do filho? Deixou o quarto e não precisou sair da fraternidade para encontrar Henry, o combinado era para se encontrarem no corredor principal. - Pronto para roubar algumas rosquinhas? - Claro que o prêmio era bem maior, se as rosquinhas estivessem incluídas no pacote, o plano certamente seria posto em prática diariamente. A delegacia ficava no centro da cidade, sair do campus sem que ninguém suspeitasse de algo não era uma tarefa difícil, sabiam por onde deveriam ir se quisessem sair as escondidas. - Certo vamos parar aqui e dar uma checada nos policiais. - Estavam do outro lado da rua, na entrada do beco que dava acesso aos fundos do único bar da cidade.

Roubar uma viatura não era uma tarefa tão simples assim, apesar do plano ser fácil "roubar uma viatura", fácil. Mas teriam que pensar em algo que limpasse o local, colocar os policiais nas ruas com uma ligação falsa ou algo do tipo, mas que de alguma maneira ainda restasse uma viatura na delegacia ou estariam ali para nada. - Eu conheço você e você me conhece. Se não for pra ter uma fuga de cinema eu nem saía do quarto. - A grega puxou a mochila por lado e tirou seu cantil da mochila "uma dose de coragem". - Quer? - Levinsky sorriu ao oferecer um gole da bebida forte que naquele exato momento estava queimando sua garganta.   






Última edição por Levinsky Täz Zhirkov em Qui Fev 16, 2017 4:47 pm, editado 1 vez(es)

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Greeks
Power Rangers Greek
Era bom estar de volta a Weston depois de um tempo merecido de férias após ter sido preso. Se antes eu já não era o maior fã do Departamento de Policia de Vanity Valley agora era menos ainda e por isso entre conversas combinei com Levinsky de aprontarmos com o lugar.

Então assim que meu celular despertou com o aviso, pulei da cama e só vesti uma jaqueta preta por cima da camiseta de mesma cor e peguei minha mochila com o que precisaríamos para a noite. Olhei a mensagem que eu recebera de Levin e revirei os olhos, mesmo que um sorriso de canto escapasse de meus lábios, eu não me atrasaria para isso (talvez para um julgamento mas não para arranjar confusão).

Me encontrei com ela no corredor principal e sorri antes de colocar minha mão direita no ombro de Levin e apertar levemente em um olá. ”Super apoio pegar umas rosquinhas, provavelmente estarão mais frescas que as da padaria. - brinquei.

O caminho da Weston para o centro da cidade foi tranquilo e conseguimos sair com discrição do campus. Com exceção da minha mochila que estava um pouco pesada tudo estava perfeito para nosso trabalho. Paramos no beco perto da delegacia e perto “do bar” e eu tirei a mochila e apoiei no chão enquanto olhava para Levin. Dei uma risada baixa com as palavras dela e aceitei o cantil para um longo gole antes de passá-lo de volta. ”Você me conhece Levin. Sabe que não faço as coisas pela metade. - comentei abrindo a mochila e tirando algumas máscaras, a maioria dos power ranger, um pé de cabra e algumas latas de tinta em spray, além do meu próprio cantil.

Coloquei o cantil em meu bolso e fechei minha jaqueta antes de me virar para a líder Greek. ”Preparada para adicionar mais um roubo e destruição de patrimônio público na sua ficha criminal?” - perguntei antes de pegar a máscara do ranger vermelho e o pé de cabra. ”Levin você faz sua mágica e pega a viatura. Eu vou criar uma bela distração. Vou usar essas latas de tinta para fazer o desenho mais bonito do símbolo grego que conseguir. Se der tempo fure o pneu das outras viaturas. - disse antes de dar lançar uma piscadela para ela e colocar a máscara e sair correndo para a frente da delegacia.

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Fuk Da Police!

"  commin' straight from the underground "

Um largo sorriso brotou nos lábios da menina, era o plano mais louco que eles já haviam bolado desde que se conheceram, ela estava pronta para fazer aquilo, era como se fosse um de seus hobbies. Levin pegou umas das máscaras e se separou de Henry para entrar no estacionamento, tomara que timing deles estivesse sincronizado ou as coisas ficariam bem bagunçadas, para a sorte deles o portão estava aberto e nenhum dos guardas estava na guarita para vigiar a entrada do local, quem em sã consciência poderia imaginar que nessa cidade poderia existir alguém que cogitasse a ideia de roubar uma viatura, pois bem, haviam dois elementos que estavam prestes a mudar as regras da delegacia. A grega seguiu abaixada, se esgueirava pela parte traseira dos veículos estacionamos em uma posição que ficasse fácil na hora da saída dos policiais em uma abordagem, perseguição ou seja lá o que for.

Primeiro: inutilizar algumas viaturas, tirou de dentro de sua mochila uma corrente que serviria para prender o eixo das rodas traseiras dos três outros carros que estavam estacionados ali. Já tinha visto os homens que trabalhavam para o seu pai fazerem isso para evitar fugas e era o que ela estava fazendo naquele momento. Levinsky deu uma olhada ao redor, estava tudo muito quieto e ninguém havia voltado para a guarita do portão, sorte a dela. Assim que terminou de prender as rodas, teria que usar toda a sua habilidade de ladra de carros ''como se isso contasse no seu currículo'' - Se não fosse tão arriscado ficaria para olhar o estrago dos eixos quebrados quando os policiais tentassem sair a mil com as viaturas presas, naquela altura Levin já estaria com a sua pipoca na mão.

Segundo: as rosquinhas, se algum dia sua loucura lhe tomasse conta e pensasse por alguns minutos em seguir a carreira de policial certamente só estaria fazendo aquilo por causa daquela massa fofa cheia de textura e sabor que fazia você pedir por mais, por mais recheio, cobertura e confetes crocantes. A grega levou a mão até o estômago, imaginar uma caixa cheia de donuts naquela hora tinha sido seu maior erro. - Bela hora para ficar com fome. - A morena esticou o pescoço para avaliar o que havia dentro das viaturas antes de partir para o seu verdadeiro propósito naquele estacionamento. Nada na primeira e nem na segunda viatura... - Não, não pense nisso. - A guarita não estava muito longe e duvidava muito que não teria uma caixa enorme com as maravilhosas rosquinhas. Levinsky refez seu trajeto e quando chegou perto da cabine onde o vigia ficava seus olhos brilharam. - Ah Dunkin' Donuts, eu amo vocês. - Antes mesmo que pudesse pegar a caixa algo dentro da delegacia chamou a sua atenção.

- Merda! - Talvez fosse o vigia voltando para o seu posto ou o Henry, mas aquilo tinha feito com que a adrenalina despertasse dentro dela, suas pernas responderam com uma velocidade jamais vista e em menos de dois minutos já estava do lado da viatura escolhida, e mais sorte vinha por aí, a porta não estava chaveada... Levinsky jogou a caixa de donuts em qualquer lugar, suas mãos procuravam a caixa de fiação embaixo do volante, uma ligação direta exigia muito treinamento e isso ela teve de sobra quando ainda morava com seu pai. Terceiro: Pisa fundo nesse acelerador! - Cantar pneu estava no topo de sua lista das coisas para fazer com uma viatura, no banco do carona um cap e óculos escuros estavam esperando ansiosamente para serem usados e ela não desperdiçaria essa chance nunca. ''Vamos, cadê você!'' Levin já estava com a viatura na entrada do estacionamento, e não é que o timing deles estava sincronizado. - Entra aí seu meliante.     






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Em minha mão esquerda eu levava uma lata de tinta spray na cor azul e na direita o pé de cabra. Corri para a porta de vidro da delegacia e me perguntei como os power rangers faziam porque nem dois minutos com a máscara e já não conseguia respirar direito.

Escolhi a parede ao lado da entrada e tentei fazer o meu melhor desenho do símbolo grego e falhando miseravelmente. ”Ainda bem que minha graduação não é de Artes.” – murmurei antes de escrever alguns xingamentos para a polícia, a fraternidade nórdica, para minha mãe e para o governo.

Olhei para a entrada que Levinsky usaria e me perguntei se estava tudo dando certo na parte dela. Então larguei a lata vazia de tinta no chão e caminhei até as portas de vidro e sem parar usei o pé de cabra para quebrá-las. Pude ver o policial de plantão na mesa da recepção dar um pulo de susto com o barulho do vidro quebrando e gritar para que eu ficasse parado.

Olhei de relance para a mesa da recepção que estava com uma caixa aberta de donuts e depois para o policial que estava obviamente fora de forma. Joguei o pé de cabra na sua direção e entrei na delegacia correndo e agarrei a caixa sem olhar o que tinha dentro e quando vi outros dois oficiais se juntarem a ele após terem ouvido a comoção meti o pé da delegacia para o estacionamento.  Na minha cabeça eu só conseguia pensar se minha parceira de crime tinha conseguido e dei graças a qualquer divindade mítica quando ouvi uma viatura cantando pneu e aparecendo ao meu lado.

Me enfiei no banco do carona e joguei a caixa de donuts no colo dela assim que ela parou. Abri a janela e coloquei metade do corpo para fora e mostrei o dedo do meio para os policiais que me perseguiam mas entrei rapidamente quando ouvi um tiro ser disparado. ”Caralho.” - disse antes de tirar a máscara e olhar para ela e começar a rir ao ver o cap em sua cabeça.  ”Fica bom em você.” - disse com uma piscadinha ao pegar a caixa de donuts que eu tinha roubado e ver outra no banco de trás.  ”Acho que eles estão mais putos pelos donuts do que pela viatura. - comentei com a boca suja de açúcar de confeiteiro.

Olhei para o painel da viatura e comecei a apertar botões aleatórios até ouvir o barulho conhecido da sirene. Então peguei o rádio. ”Atenção todas as viaturas. 184 em andamento.” - disse com a boca cheia antes de largar o radio e me virar para a motorista. ”Não faço a menor ideia do que é um 184.” - falei rindo.

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Como se fosse um livro, Wicked Academy terá cada capitulo com tramas inspiradas em diversas séries. E atualmente no nosso Capitulo Dois temos como inspiração a famosa série do Netflix, Stranger Things. Como faremos a ligação entre esses capítulos? Descubra entrando no nosso RPG.

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