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Wicked Academy

[RP FECHADA] connected


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Greeks


pressione o cabo com cuidado e pronto! você está conectado!

A RP se passa durante a tarde, aproximadamente cinco e meia da tarde dentro da cobertura de Camille. Aparentemente Shannon, irmã mais velha de alguns dos integrantes da casa resolve fazer uma visita no entanto, coube tanto a proprietária quanto ao grego, Christopher recepcioná-la. A conversa rolará naturalmente, ou talvez não.


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Greeks

forget it
Em dias nublados, fique em casa. Você de fato, não costumava dar ouvidos a ninguém e por isso, se deu mal. Saindo do quarto da universidade para ir ao aconchego da cobertura de sua melhor amiga nórdica, percebemos em como se preveniu dos casos ocorridos no corredor; A turma da sede responsável nos jogos, gritando a plenos pulmões o cântico de torcida, garotas enfileiradas entre braços musculosos e o senhor, meu bom e doce, garoto tendo de correr escadas abaixo nas pressas e driblar uma fila furiosa de namoradas - e até mesmo rapazes inclusos - a seguirem o encalço dos mais famosos. Não estava de bom humor, definitivamente. Suspirante, observei seus cabelos se desgrenhar na medida em que tentava pedalar na bicicleta com a bolsa  tiracolo e  o aro dos óculos sempre a escorregarem pelo nariz. 

Após horas, conseguiu cair da peça metálica empurrando a porta com raiva para dirigir-se para o quarto. Tracando-se com certa violência no entremeio, notamos que se atirou contra a cama deixando as cobertas o engolirem e o som do silêncio causar surdez. Em pouco tempo depois após ter adormecido, moveu os lábios em uma tremedeira frenética enquanto erguia-se minuciosamente da cama. A imagem sendo embaralhada na tentativa de alcançar o corredor. O silêncio apenas suspirava acima de seus ombros dando liberdade de cantar em tom inaudível. Quando chegou próximo da escadaria, dobrou a própria coluna garantindo que tanto sua irmã como Brooklyn ou Camille, estivessem na casa. Nada até o momento. 

Descendo então com calma e com uma expressão de calmaria dominada no rosto, você respirou com tranquilidade com o grande peso retirado dos ombros, agora poderia relaxar. No entanto, nada pareceu durar muito tempo. Quando estava prestes a tocar as nádegas na superfície macia do sofá, escutou a campainha tocar. Nós sabemos conhecendo-o tanto tempo que começou a ditar pequenas palavras de baixo calão enquanto dirigia-se em passos pesados para a porta. A mão esquerda abraçou contra a maçaneta deixando um tempo o material capturar a sua temperatura até posteriormente, puxar a porta. Escondido com a metade do rosto revelada, seus olhos arderam com o efeito provindo da área exterior da casa fazendo com que subsequentemente, estreitasse os olhos. E olhe, teve uma surpresa; Logo enxergava ombros retos e um rosto curvilíneo dotado de traços delicados e finos a pairarem em cada região facial. Um olhar sério no entanto, não a ti meu caro polonês, mas ao ato de quem já estivera quase tediado de tanto esperar. Era Shannon, reconhecera. Uma dos Eisenhower :

— Shannon. - Articulou impressionado. A voz grave vazando como um jeito impactante, logo tomando um sorriso pequeno - quem o conhecesse bem, sabia que não gostava de mostrar os dentes - dando espaço na porta para que a outra entrasse.— Quanto tempo. Pena que o Brook uma hora atrás foi estudar com uma garota… Hum… - Completou voltando todo o trajeto até a escada, repousando os dois pulsos unidos contra o corrimão da escada lançando metade do corpo. O seu queixo rechonchudo foi soerguido para cima - para enxergar o que existia - até novamente reabrir os beiços :

— Camille!!! Visita e é alguém que você gosta. Erga a carcaça daí do quarto, mulher. - E desta vez também, esticou o corpo sob os degraus motivando  os cotovelos a sustentarem o seu peso dispenso para trás. Lambeu os lábios a fim de lubrificá-los tornando a encarar a loira novamente fazendo o mesmo papelzinho de bom garoto que sempre fazia. Mas vamos confessar; Você sempre faria isso ao se ver defronte com a outra. No mínimo, queria soar como uma pessoa agradável de passar o tempo e sequentemente, admirar a presença tão rara desta. — Então, como vai? Agenda cheia? - Questionou tombando com o rosto para o lado. 

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Adulto
What have we here
x
- Não, Leonard, não era para amanhã. Por que diabos eu pediria um projeto para sábado? – minha voz, apesar de baixa, demonstrava toda a irritabilidade que corria por meu interior. Trinquei o maxilar e respirei fundo, ouvindo as desculpas afoitas de um dos estagiários ressoar pelo viva-voz do telefone. Apoiei meu cotovelo na mesa de magno escura e alcancei minha inseparável caneta nanquim, logo puxando uma folha em branco do suporte. – A única coisa que eu pedi a você foi para dar o acabamento, Leonard. Era só isso. Você daria o acabamento e receberia vinte por cento do projeto, além do seu nome no desenho oficial. – fechei os olhos por breves segundos, contei até dez e tornei a abri-los. Fintei o espaço em branco e nenhuma ideia me veio de imediato. Deixando meu subconsciente trabalhar, encostei a ponta da caneta no papel e deixei minha mão traçar linhas aleatórias, porém precisas, fazendo com que um pouco de minha irritação – e minha vontade de matar o estagiário -, se dissipassem. Desenhar sempre teria aquele efeito anestésico em mim. O garoto se calou e eu podia imaginar o motivo: ter o nome em um desenho oficial, que viria a se transformar numa construção, ainda na faculdade, fazia com que você ganhasse alguns pontinhos extras no histórico. Eu não era uma chefa exigente, eu era muito legal até. Mas era a segunda vez que Leonard vacilava e eu não poderia ser flexível novamente. – Passe para Liza, por favor. – com a voz firme, pedi. Houve um momento de hesitação e, em seguida, o jovem começava a pedir mais uma chance. O interrompi. – Leonard, você sabe como as coisas funcionam, não é? – sem dar tempo para respostas, continuei – Ótimo. Passe para Liza. Agora. – impassível, pedi mais uma vez. Escutei alguns resmungos um tanto quanto grosseiros do outro lado da linha, fato que me fez arquear as sobrancelhas, incrédula com a petulância da pessoa, e desviar minha atenção do croqui. Havia esboçado um rosto masculino, rosto este que reconheci sendo o de Brooklyn, meu irmão mais novo.  – Leonard. – o chamei e logo sua voz era ouvida novamente. – A partir de segunda-feira não precisa vir mais. Boa tarde.

*~*~*


Na interstate 95, meu velocímetro marcava exatos 216 km/h. Minhas coxas, cobertas pelo tecido escuro do macacão de proteção, agarravam-se com força o metal vermelho e brilhante abaixo de mim. Toda a paisagem, que eu gostava de observar quando menor e fazíamos as raras viagens de carro pelo território americano, passava por mim como um borrão. O capacete estava devidamente preso em minha cabeça, mas eu tinha noção de que, caso algum infeliz acidente acontecesse, não seria ele a me proteger totalmente. A adrenalina causada pela velocidade alta fazia com que o estresse daquele dia – causado principalmente por Leonard - evaporasse como água. Passei a marcha, fazendo o motor da Triumph Daytona 675, que mais se assemelhava a um assobio, gritar um pouco mais. Um sorriso satisfeito pintou meus lábios. Papai me mataria se descobrisse que eu estava pilotando uma esportiva, mas eu simplesmente não dava à mínima. Sentindo meu celular vibrar, desacelerei a moto até pará-la no acostamento. Retirei uma das luvas e peguei o aparelho desjeitosamente, notando ser uma notificação de Liza, afirmando que havia conseguido finalizar o projeto que tinha me dado tanta dor de cabeça naquele fatídico dia. Checando a hora, um tanto quanto aliviada pela notícia recém-recebida, notei que conseguiria chegar ao Vilarejo bem antes das seis.

Podia jurar que meu cabelo estava totalmente desgrenhando enquanto esperava alguma alma bondosa abrir a porta para mim. Não tinha me dado o trabalho de passar em meu apartamento antes de ir ao local que Brook residia e muito menos de me ajeitar no espelho do elevador enquanto subia até a cobertura. Batia o pé o no chão, já impaciente pela demora, quando ouvi passos do outro lado. Dei um passo para trás, arqueando ambas as sobrancelhas quando olhos azuis que eu sabia ser conhecidos, adornados por sobrancelhas finas, me fintaram. A voz grave, ressoando meu nome, apenas me trouxeram a certeza de que eu já conhecia a figura. Forcei a mente, pensando em alguns meses passados, quando, por insistência minha, Brooklyn havia apresentado algumas das pessoas que com ele moravam. Charlie. Não, tinha um “R”. Christian...Meu deus, Shannon, você parece a vovó esquecendo os nomes das pessoas... Chris...Christopher! – falei um tanto quanto animada demais, dando um passo para frente e sorrindo para o garoto. – Oi. – cumprimentei-o com um beijo rápido na bochecha, adentrando o apartamento logo atrás dele. O complemento dado me fez estocar no meio da sala e inclinar um pouco a cabeça para o lado. – Estudar? Com uma garota? – conhecendo o irmão que eu tinha, a risadinha debochada saiu de meus lábios. Dei mais uns passos para dentro, parando perto de uma poltrona e soltei o capacete ali. – Sei bem como são esses estudos. – murmurei, levando a mão ao zíper frontal do macacão de proteção e o forçando para baixo. Meio minuto depois estava vestida de short jeans e uma blusa que não tampava metade de meu tronco. Um suspiro aliviado escapuliu de minha boca: estava morrendo de calor.

Jogando o macacão na mesma poltrona que havia colocado o capacete (em uma intimidade absurda com o local que eu havia acabado de conhecer), voltei minha atenção para o garoto. O formato de seu rosto, juntamente com o nariz bem desenhado e os lábios cheios, fazia dele alguém agradável para se observar. Soltei uma risadinha quando o mesmo gritou Camille, garota cuja qual sempre me arrancava boas gargalhadas. – Deixe-a dormir, Chris, não é como se eu fosse a rainha da Inglaterra ou coisa parecida. – dei de ombros, guiando meus passos para um pufe ali perto e me jogando no mesmo. – Ah, eu estou prestes a enlouquecer, mas estou bem. – sendo sincera, respondi sua pergunta. – Voltei há menos de uma semana e já tenho quase vinte projetos para entregar. E para piorar, demiti um estagiário pela manhã. – suspirei, levando minha mão ao cabelo e o jogando para um único lado. Voltei minha atenção para ele, achando incrivelmente fofa a forma que ele se encontrava. Novamente, sorri.  – E você, como anda? – indaguei, ajeitando minha postura. – Aliás, só para esclarecer uma dúvida, você não conhece nenhum jovem estudante de arquitetura interessado em estagiar?
Chris•Vanity Valley•©

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Como se fosse um livro, Wicked Academy terá cada capitulo com tramas inspiradas em diversas séries. E atualmente no nosso Capitulo Dois temos como inspiração a famosa série do Netflix, Stranger Things. Como faremos a ligação entre esses capítulos? Descubra entrando no nosso RPG.

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