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Wicked Academy

Salão de Festas


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Mensagem por The Vanity em Qui Jun 04, 2015 9:23 pm

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Salão de Festas
Um local amplo e parcialmente aberto, suporta um grupo de 500 pessoas andarem livremente, ainda tendo espaço sobrando. O salão fica situado próximo ao ginásio poliesportivo, e é quase inteiramente feito em tonalidades claras (que varia de acordo com a iluminação, hora ficando em tons rosas ou coloridos, de acordo com o tema) e com detalhes em madeira, dando um ar mais sofisticado ao ambiente.  Tem acesso para dois banheiros, e é "dividido" da seguinte maneira: um canto com mesas circulares para quem deseja curtir a festa sentado, um bar que não serve bebidas alcoólicas e o resto para quem deseja dançar e caminhar.





Última edição por Mean Girl em Dom Jan 31, 2016 7:39 pm, editado 1 vez(es)

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Aretha Bridget Cethes

— Máscaras ♦

Mascarás, escondem o feio e protegem o belo. Sob elas todos somos iguais, afinal elas cobrem mentiras, falsidades, intrigas e segredos. Mas um dia elas sempre caem e nesse dia não me perguntarei quem conseguirá se manter belo, mas sim, quem terá sua feiura e frieza despidas aos olhos de todos!?!

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Agitei meu vestido nervosamente enquanto me dirigia ao salão de festas. Tinha acabado de me instalar e não havia tido a oportunidade de ter contato direto com os professores e com os outros funcionários, exceto o vice-diretor, afinal foi ele quem me contratou semanas antes. Meu salto batia forte no chão de paralelepípedo que cruzava os jardins, marcando a trilha que ia da ala de apartamentos até as demais localidades do instituto.

"Respira fundo, você é forte, já fez coisas piores antes..." Pensava ao me aproximar da entrada do salão, não estava apenas nervosa por aquele ser meu primeiro contato com os outros, mas sim pelo tema. "Belle Époque", tema do meu ultimo baile no colegial, aonde eu fui eleita a rainha. Essa deveria ser uma memoria boa, mas para mim esse foi o feito que coroou todas as minhas maldades, principalmente as contra minha irmã adotiva falecida recentemente. Com certeza se tivesse tido a oportunidade de ir naquele baile era teria sido a rainha, suas obrigações como mãe adolescente a privaram de tal privilégio e não nego que na época eu me vangloriava disso. Atualmente apenas queria ter feito tudo diferente.

Após um ultimo suspiro de coragem adentrei o salão, a mascara presa em meu rosto servia como um escudo para minhas inseguranças, não demorei muito para notar que eu não tinha motivos para me sentir daquela forma, o salão estava lotado de alunos e alguns outros funcionários já se faziam presente. Só então me permiti relaxar e degustar a decoração. Os lustres que enfeitavam o teto davam um clima místico ao local, somando a decoração vitoriana, era como está vivendo um filme de época. Um conto de fadas adulto, o baile que fui na formatura não chegava nem aos pés deste.

Educadamente cumprimentei algumas pessoas desconhecidas que encontrava pelo caminho, não sabendo ao certo diferenciar quem era aluno ou funcionário, também, todos estavam vestidos de forma tão elegante que era difícil dizer quem eram os adolescentes daquele lugar. Assim que conseguir chegar ao outro lado do salão me sentei em um cadeira confortável da área de mesas. Facilmente reconheci o vice diretor no palco, ele era do tipo difícil de não reconhecer, ao lado dele estava uma mulher elegante com o rosto parcialmente coberto pela mascara que usava, pelo pouco que ouvir falar, aquela só poderia ser a diretora. Alisei delicadamente a mascara em meu rosto e decidi me apresentar assim que ela acabasse com as formalidades que faziam parte da abertura oficial do baile.



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CESARI IN THE MASQUERADE
Francesco respirou fundo após fechar a porta do carro atrás de si. Levou a máscara ao rosto, deu um laço atrás da cabeça para que a peça se prendesse e então andou a passos firmes em direção ao Salão de Festas que mesmo de fora já deixava claro sua opulência só pelo tamanho.

Meus pés descalços quase não geravam barulho sobre o piso de porcelanato enquanto eu andava pelo apartamento iluminado e silencioso. O baile oferecido pela Weston já deveria ter começado àquela hora, entretanto eu apenas acabara de sair do banho. Levando em conta o tempo que levaria para me arrumar por completo, mais a distância – mesmo que pequena – entre o meu endereço e o endereço da escola, definitivamente eu chegaria atrasado ao evento.

Entretanto, eu estava relaxado. Aquele seria meu primeiro ano como professor de uma instituição de ensino. Já havia dado aula de esgrima anteriormente, mas apenas em clubes, jamais em um colégio e as duas experiências tinha tudo para serem completamente diferentes. Por outro lado, eu tinha certeza que poderia ser tudo bastante interessante. Algo dentro de mim dizia que nem tudo seria tão ruim, mesmo se tratando
daquela academia em especial.

Terminara de vestir a calça.


Assim que o rapaz atravessou a porta um sorriso pequeno de aprovação desenhou-se em seus lábios. Imediatamente seu peito foi tomado por emoções familiares. Ele já fora a festas daquelas quando morava na Itália, estava habituado àquele tipo de festividade e não poderia negar que se sentia bem participando delas. Não era apenas o requinte e a exclusividade que inundava o ar do salão. Havia também a beleza e seriedade dos trajes, contrastante com a vivacidade das muitas cores e dos tons de dourado.

Francesco amara o tema. Pelo pouco que conhecia por suas viagens pela Europa, ele sabia o que aquela Era Dourada significava. Ela era um suspiro de alívio, localizada exatamente entre duas guerras, a posterior ainda recebendo um título muito humilde de Primeira Guerra Mundial. Uma explosão artística, cultural e cosmopolita; festiva, elegante e animada. Fora assim que ele escolhera como se trajar, aliás.

A Itália não era o melhor país para representar o que fora exatamente a Belle Époque, mas por se localizar na Europa Ocidental ela fora consideravelmente influenciada pelo clima intenso daquela era, principalmente na arquitetura, como no Vittorio Emanuele que meu pai amava frequentar devido às operas – e que eu idolatrava apenas devido às dimensões magníficas mesmo.

A roupa era azul marinho, diferente do preto usual e comum, mas com um colete que provavelmente conseguiria dar seriedade ao visual. A gravata tinha estampada os padrões curvilíneos comuns à época, que lembravam vagamente flores, além de um pano – aquilo seria uma echarpe ou um cachecol? – que ia ao pescoço e segundo o vendedor iria “harmonizar perfeitamente com a gravata”, tendo inclusive a mesma estampa. A máscara, exigência para a entrada no baile, era o toque final e minha peça favorita. Cor de ouro, chamativa, diferente de qualquer outra peça que eu usaria no dia. Belíssima.

Finalmente, quase tudo pronto, só faltavam os sapatos, azuis assim como o terno.


Um garçom passara perto do italiano e lhe servira uma bebida que aparentava ser champanhe. O homem reparou na taça que tinha a base adornada com curvas e traços, provavelmente encomendada especialmente para a ocasião, em harmonia com a decoração. Deu um sorriso enquanto observava o salão, sem esperar encontrar nenhum conhecido – até porque, mesmo se conhecesse alguém da academia, seria difícil discernir fisionomias por baixo das máscaras – mas torcendo intimidade para, quem sabe, conhecer algum futuro colega de trabalho ou amigo.

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Diretores - Principal







'Cause we never go out of style


O
lho para o salão entre os tecidos grossos, de um tom azul escuro, prestando atenção a toda sua decoração. A parede estava toda coberta por tecidos translúcidos azul escuro. Mesas de madeira em um tom envelhecido estão espalhadas por todo local, bem alinhadas, de forma elegante e cobertas com uma fina toalha de mesa feita de renda, pelo teto tinha lustres de cristais que espalhavam um tom dourado opaco em todo lugar, lhe dando um contraste puro e luxuoso. Tudo parecia perfeito, os alunos começavam a chegar, dava para reparar na timidez entre alguns, provavelmente novatos, outros já chegavam conversando alto, rindo e mexendo um com o outro de forma totalmente descontraída, como se estivessem matando a saudades.
– Acho que estou com medo. – Digo voltando ao camarim,com um vestidosimples e caro, ao estilo Belle Epoque, que chamava atenção o bastante para e época. No fundo, me sentia ridícula com aquela roupa, mas era essa minha missão como diretora, certo? Me submeter a papeis desconfortáveis para que esse colégio funcionasse. Pelo menos eu espero que funcione. Arrumo minha mascarasobre o rosto, com pedras douradas e pretas, algo chamativo, porque segundo um amigo, Belle Epoque era exagerada, com uma maquiagem bem simples, só com um batom vermelho marcando os labios, porque algo na minha essência não permitia que eu usasse um vestido tão chamativo com uma maquiagem igualmente chamativa, isso também explicaria porque escolher uma mascara simples. No meu cabelo havia feito cachos largos prendendo em coque desajeitado e arrumado ao mesmo tempo, deixando alguns cachos soltos sobre meu rosto. Sorri para o vice diretor que estava lindo ao seu lado. – Mas tudo bem, irei encarar as feras e tudo dará perfeitamente certo. – Sorrio pra ele, levanto o rosto e arrumo a postura para entrar no palco e fazer minha parte, de agora em diante eu não poderia demonstrar fraqueza e saio pelas cortinas com Richard me acompanhando.
– Boa noite a todos! Sei que estão ansiosos para a festa... Mas prometo que serei breve. Estou aqui junta do vice-diretor Richard W. Burton para passar uns recados e lhe deixarem boas vindas. – Falo sorridente e retiro minha mascara, para que eles já pudessem gravar meu rosto. – Assim como alguns de vocês sou nova aqui na Weston Academy e pretendo fazer de minha estadia aqui muito importante pra vocês, porque ela será toda pensando no melhor para todos nós, alunos, professores e equipe pedagógica. E estou muito ansiosa por isso e assim... – Faço uma pausa dramática, gerando expectativa e ansiedade. – ...Declaro o inicio do ano letivo da Weston Academy. – Ao dizer tais palavras canhões de confetes dourados estouram sobre a festa e todos batem palma, gritam e assoviam. – E como é de costume, irei apresentar para vocês nossa equipe, que irão te acompanhar por todo ano letivo, começando pelos Tutores da Ordem: Anna Lowë O'Driscoll,Tutora dos Egyptians e Treinadora das Animadores de Torcida; Michaela Laurence, Tutora dos Greeks e Professora do Clube de Astronomia; e Thobias M. Hertfordshire, Tutor dos Nordics e Treinador do Time de Hipismo. São com eles que cada ordem terá que pedir conselhos, ajudas e eles terão que te apoiar sempre, até nas encrencas que nós temos certeza que teremos. E que também ajudará na nossa equipe, dando todo apoio necessário para os estudantes serão Aretha Bridget Cethes, como nossa Orientadora Pedagógica, Domus Hellvther como nosso Enfermeiro e Yadriel V. Kretzer como nosso Zelador. – Faço uma pausa e ouço risos, eu melhor que ninguém sabia o que aqueles adolescentes são capazes para conseguir serem os melhores, já estive no meio deles há 16 anos, ouvindo discursos parecidos com esse e brevemente reflito sobre o drama que os diretores daquela escola passam. – E claro, não podemos esquecer dos nossos professores, que irão dar aulas durante todo ano letivo pra vocês, das diversas atividades que vocês escolheram: Antonella Lorenzzi, professora de Artes Plásticas; Ernest S. Hildebrand, professor de Música; Francesco C. Gaigher, professor de Esgrima, Steve Graeff Ohlweiler, Treinador de Rugby; e Victor W. Burton, Professor de Artes. E também é importante lembrar que é importante comparecer as aulas, pois elas lhe ajudarão a ganhar pontos para sua ordem e para vocês, então, quanto mais comparecerem, mais chances vocês terão... E falando em competição, na nossa primeira competição para lideres, tivemos nossos primeiros candidatos para ultima fase para lideres: Noah Braückeroux para os Egyptians; Levinsky Täz Zhirkov para os Greeks e Brooklyn Kinsley para os Nordics. Sendo que Noah e Levinsky empataram em primeiro lugar, recebendo além dos 2 pontos por terem sido os melhores de cada ordem, receberam mais 5 pontos, iniciando assim as pontuações, logo começando a competição anual entre ordens. – Novos gritos são ouvidos, incluindo gritos de guerra, que aquecem instantaneamente o coração. – E para definir os novos lideres, teremos uma segunda fase de competição que definirá quem concorrerá com os primeiros campeões, que será um show de talentos que iniciar no dia 11 de julho, os campeões dessa fase irão para a final que será uma eleição, o mais votado irá assumir como líder de sua ordem. – Recupero o fôlego. – Então, parando de enrolar... Passo para o Vice-Diretor Richard falar... E aproveitem a festa! Termino de falar ansiosa, de verdade, não sabia o que seria dali pra pra frente, mas conhecia bem o colégio, então esperava de tudo.
You got that James Dean, daydream look in your eyes and I got that red lip, classic thing that you like and when we go crashing down, we come back every time



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Que os jogos comecem, digo, o ano letivo!
- Boa noite... – Proferira o rapaz, assumindo com isso a posição anteriormente ocupada pela mulher, assim como a atenção daqueles que a pouco se voltavam unicamente a ela. Um conjunto de murmúrios iniciado em felicidade após a menção do inicio de ano, silenciava-se agora vagarosamente, abrindo brechas para que apenas a voz do vice fosse audível. Temia ele parecer intimidador perante aqueles que a pouco fora apresentado, uma vez que seus discursos não eram vistos como os mais encorajadores, por este motivo tentaria ser breve. Dera dois passos a frente antes de prosseguir, permitindo que as luzes anteriormente voltadas a Miranda, ousassem evidencia-lo, destacando até as mais secretas feições portadas em sua face. Era cegante, percebeu ele, e por este motivo desviara o olhar por entre alguns segundos antes de prosseguir em sua apresentação. Quando se recomporá, falou: – Como já fora dito, chamo-me Richard, Richard Wolff Burton, vice diretor responsável por esta instituição de ensino. - Seus olhos varriam o imenso salão enquanto proferira cada palavra presente em sua apresentação, estava tão curioso quanto aqueles que o fitavam agora, porem as mascarar impediam qualquer identificação.

- Estejam cientes que a partir desse momento vocês são vistos como parte do corpo acadêmico da mais bem conceituada instituição presente em todo o estado, assim como uma das mais conceituadas no país, se não a mais. Tenham isso como um orgulho, como uma conquista, e sejam bem vindos a nossa instituição. Essa festa é unicamente dedicada a vocês, o marco de inicio de suas novas vidas. - Seus braços se abriam vagarosamente, quando a musica por fim teve inicio. Curvou o corpo minimamente a frente em reverencia, uma saudação em sinal do respeito que sentia a aqueles ali posicionado, e um conjunto de aplausos fora então audível, junto a alguns gritos. O ano letivo se iniciava, percebeu ele, e aquela noite estava para ser vivida como se um amanhã realmente não existisse. - Divirtam-se. - Completou ao retomar sua postura, porem acreditava não ter sido ouvido, já que muitos não mais olhavam para ele.

Dera alguns passos para trás, e então se virara retirando-se do palco por entre alguns degraus posicionados ao fundo, junto a Miranda. Seus olhos buscavam traços conhecidos por entre a multidão, familiares, que não fossem portados pela diretora, porem as mascaras, junto a iluminação, cumpriam com perfeição seu trabalho, desfazendo qualquer possibilidade de identificação alheia. - O ano parece ter começado... - Falou ele para a mulher. - Boa sorte. - Ela precisaria, e a movimentação de alunos evidenciara isso.  

Se você achar que chegou ao limite, que esta a beira do precipício... Jogue-se, pois a queda ainda esta por vir.


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Aretha Bridget Cethes

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Mascarás, escondem o feio e protegem o belo. Sob elas todos somos iguais, afinal elas cobrem mentiras, falsidades, intrigas e segredos. Mas um dia elas sempre caem e nesse dia não me perguntarei quem conseguirá se manter belo, mas sim, quem terá sua feiura e frieza despidas aos olhos de todos!?!

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Não demorou muito para a Diretora começar o discurso de abertura de ano letivo, sua voz soava extremamente familiar, só que não de uma forma positiva. Uma sensação estranha tomou conta de mim e meu coração começou a bater mais lento que o normal enquanto um calafrio cruzava minha espinha, fazendo todo meu corpo se arrepiar. "De onde eu conheço essa voz?", me perguntei mentalmente tentando, sem sucesso, relaciona-la a qualquer pessoa do meu passado. Nada veio a minha mente, era como se uma represa tivesse sido construida em meu cérebro impedindo qualquer lembrança de fluir.

Respirei fundo, me dando conta de que por alguns segundos havia esquecido de respirar. Eu só podia está imaginando coisas, ficando louca. Não tinha como aquela voz ser familiar, nunca antes tinha estado na presença daquela mulher, deveria ser apenas nervosismo com o inicio dessa nova fase em minha vida, concluir. O Discurso de Miranda acabou, e eu mal conseguir dar atenção ao que ela havia falado, me voltei na direção do palco com o intuito de pelo menos me focar no que o Vice dizia no momento.

[...]

Discursos encerrados, ano letivo oficialmente aberto, musica tocando e adolescentes em êxtase. Definitivamente eu não estava mais acostumada com aquele tipo de "reunião". A vida fez de mim uma mulher mais reservada, para não dizer isolada, nem sombra do que fui um dia. Para ser sincera preferia mil vezes o silencio e a privacidade de meu escritório a frequentar esse tipo de evento. Entretanto não posso negar que algo ainda me atrai nesse tipo de evento social, talvez porque uma parte de mim no fundo ainda goste de está rodeada de pessoas, sem contar que sempre achei revelador avaliar o comportamento dos jovens quando estão em publico, sempre encontro situações no mínimo interessantes.

Levantei-me considerando que já estava na hora de começar a socializar, nunca fui do tipo de mulher que passa uma festa inteira isolada em um canto. Caminhei distraidamente por entre a multidão em busca de qualquer pessoa que se assemelhasse a um adulto, tarefa difícil, mas não impossível. Logo encontrei os diretores recém saídos do palco e me aproximei, tentando não demonstrar o desconforto que sentir momentos antes ao escutar a voz da diretora — Olá, Senhora Diretora. Sou Aretha Cethes, a orientadora, é um prazer finalmente vê-la pessoalmente. — A mascara cobria seu rosto, mas era possível ver claramente seus olhos. Mais uma vez algo me incomodou, seus olhos me pareciam tão familiares quanto a sua voz, mas eu não demonstrei, mantive meu sorriso educado firme enquanto a cumprimentava.

Finalmente voltei-me para o Vice-diretor, dessa vez com um sorriso mais genuíno. Ele tinha mostrado um comportamento exemplar em nossa reunião, se revelando um homem educado como poucos, além de ser um bom pai. De fato um verdadeiro exemplo para sociedade. Era bom saber que os alunos de nossa instituição teriam uma pessoa como ele para se espelhar — Olá, Sr. Burton, devo lhe dizer que suas palavras me foram vistas como encorajadoras. Parabéns pelo discurso. — Falei sinceramente.


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Mensagem por Timothy G. Keynes em Seg Jun 29, 2015 10:54 pm

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BELA ÉPOCA? TALVEZ

Olá, meu nome é Timothy e estou escrevendo alguma coisa aqui embaixo, provavelmente é um texto confuso que tenta ser claro, mas na ânsia por dar informação eu acabo me perdendo e deixo tudo confuso, enfim... Só queria mudar o que estava escrito aqui nas letrinhas pequenas, por isso estou escrevendo isso, bjks!
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O relógio marcava algo em torno das oito quando acordei um pouco assustado, num primeiro momento não me lembrava nem que lugar era aquele ao meu redor, mas logo tudo clareou, como não? Aquele quarto continuava branco e sem graça, eu precisava resolver isso depois, agora tinha coisas mais importantes para me preocupar, aquele maldito baile temático por exemplo. Não que fosse tão difícil assim vestir a roupa que já havia cuidadosamente escolhida pela minha mãe dias antes de eu vir pra Weston e caminhar até aquele salão enorme, claro que fazer isso era fácil, fácil até demais. O problema é que já haviam se passada algumas horas desde a minha chegada na escola nova e até então eu só dormira! Me incomodava um pouco pensar que meus colegas de classe já devem estar formando suas panelinhas e eu vou ser o cara estranho no fundo. Pode não parecer, mas algumas horas fazem toda a diferença no resto da sua vida acadêmica. Ou talvez eu só esteja fazendo um drama adolescente, o que também não deve ser encarado como um exagero meu, afinal, eu sou um adolescente!

Pois bem, o relógio analógico brilhando em meia luz na tela do meu celular não ia parar de se mover apenas por que eu estava ali, parecendo uma estátua sentado na borda da cama encarando o espelho na parede. Sim, havia algo além de paredes brancas, mas isso não tornava o quarto menos sem graça. Respirei fundo como que tomando energia para despertar do meu estado de transe causado pelas horas de sono das quais saia e me levantei seguindo pela porta que dava no banheiro, foram longos minutos lá dentro até me sentir pronto pra ser humano e interagir com meus colegas novos. De volta ao quarto abri o armário branco no qual muitas das minhas roupas e diversas trocas do uniforme escolar aguardavam há algumas semanas e do fundo tirei um cabide coberto por uma capa preta, como aquelas que geralmente cobrem roupas alugadas, abri o zíper da capa e encarei aquele blazer cinza e sem graça adornado de camisa e gravata, por que tudo parecia sem graça? Começava a achar que o problema era eu. Vesti aquilo e encarei o espelho, não era ruim no fim das contas, mas também não era o que eu queria usar. modificações pareciam necessárias, a gravata deu lugar ao echarpe, o mesmo que eu usava mais cedo quando quando cheguei ao instituto, algumas trocas de camisa depois e o conjunto geral me agradava.

Já estava com o celular na mão me dirigindo pra fora do quarto quando percebi que faltava algo de extrema importância, a máscara! Okay, talvez não seja algo tão importante assim, mas era um baile de máscaras, então talvez fosse sim importante. A questão é que nem cheguei a sair do quarto, pois percebi que não havia máscara alguma ali pra eu usar, e seria bem chato ser o único com o rosto de fora, seria como estar vestido numa praia de nudismo, você se destaca por fazer o que é convencional, já que há uma inversão entre o que é e o que deixa de ser convencional. Mas a ausência da máscara era algo a ser pensado, minha mãe estava falando sobre essa festa a cada meia hora antes de me despachar pra cá, ela escolheu isso que estou usando, ou quase, é inacreditável que não tenha pensado na máscara, não que seja obrigação dela fazer isso, mas realmente acho que ela adoraria ter feito, não entendo por que não fez. Enquanto essa bagunça toda percorria minha mente senti o celular vibrar em minha mão, aquele ideia confortante de "não morre mais" passou pela minha mente, era ela:
Manhê escreveu:Como está indo seu primeiro dia? :D
Timothy escreveu:Razoável, estou me arrumando pro baile, tenho máscara?  :P
Manhê escreveu:Bolso de dentro do blazer!  ;)
Ri de mim mesmo enquanto botava a mão sobre o peito sentindo a máscara dentro do bolso interno conforme ela havia dito, era inacreditável esse dom sobrenatural que mães tinham de achar as coisas perdidas pelos filhos, mesmo quando estavam tão distante, imediatamente a respondi:
Timothy escreveu:SUA LINDA! Te amo, preciso ir, conversamos mais tarde <3
Pus então a máscara e voltei a encara o espelho, minhas vestes, o tom acobreado da máscara e as cores contrastantes da máscara se destacavam na sobriedade das roupas em tom discreto, eu não teria feito melhor. Saí do quarto me deparando com um corredor vazio, não muito diferente do que já vira antes, mas dessa vez eu sabia onde as pessoas estavam.

Não foi uma caminhada muito longa da sede da ordem até o salão de festas, me aproximando da porta de entrada já era possível ver a iluminação que se alternava enquanto vozes fortes soavam por todo o salão, lá dentro toda atenção se dirigia para o palco onde uma bela mulher de cabelos castanhos e ar arrogante proferia um discurso simpático e monótono apresentando todo o corpo docente, como se alguém fosse decorar os nomes agora, teve uma explosão de confetes que chegou a ser estranha, tipo... "Bem vindos ao colégio interno, vão ficar sem ver sua família e amigos por meses, viva! Mas eles tinham que ser otimistas, fazer parecer legal, ou então os alunos iam começar a se jogar das janelas na primeira semana e ninguém quer isso, após a mulher que logo reconheci como sendo Miranda, a diretora que mostrou a escola pros meus pais e eu no dia da matrícula, veio um homem tomar a palavra, sendo apresentado como Richard, o vice diretor, não me lembro te tê-lo visto naquele dia, mas não faz diferença, diferentemente de Miranda, o homem teve um discurso breve e sucinto, por que não poderiam ser todos como ele? Ao final um divirta-se foi dito enquanto toda a atenção se dispersava, fazendo o baile parecer um baile. Eu me sentia bem desconfortável com aquilo tudo, mas tinha que tentar me enturmar, fui caminhando pelo salão desviando das garotas e seus vestidos enormes que as faziam ocupar o dobro do espaço que ocupariam de fato, chegando por fim ao bar, balcões sempre me traziam algum conforto, um lugar pra você se apoiar, beber, quem sabe chorar. Pedi um suco de pêssego, afinal era uma festa de escola.

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Letting go is fateful...
By: Ella Lorenzzi


Desde que recebera o convite para o baile que marcaria o inicio do ano letivo senti que as coisas não seriam nada boas, nunca me dei bem em bailes. No ensino médio fui expulsa do baile por conta do meu namorado babaca, o mesmo que me arrastou para fora da minha festa de formatura com ciume de um professor. O mesmo que pensou que acabaria com a minha vida anos mais tarde. Do final da faculdade para os dias atuais 6 anos se passaram, eu era outra pessoa, mais forte, mais viva... Ele sempre me assombraria onde quer que eu fosse. Tomei o cuidado de escolher algo recatado e sobrio, não para agradar a alma de meu finado marido, mas para manter uma reputação, afinal eu nunca havia dado aula em uma instituição dessa magnitude.

O vestido azul de babados caiu como uma luva, a crinolina sobre o vestido parecia uma gaiola para mantê-lo armado... Matar aula de artes na classe de moda nunca teria sido tão bem aproveitado. Olhei no espelho e sorri passando o batom vermelho demais pra epoca nos lábios e uma maquiagem de leve. Soltei os cabelos por conta da mascara azul e prateada e suspirei dando uma última olhada na foto sob a escrivaninha... hoje pelo menos eu não seria arrastada no final do baile.

O lugar bem decorado era de arrancar suspiros, cheguei totalmente alheia as pessoas a minha volta afinal não conhecia ninguem, peguei uma taça de alguma coisa para molhar a garganta, olhei para onde a voz microfonada invadia o lugar e vi quem devia ser a diretora, acompanhada do vice diretor. Ela fez um belo discurso em seguida apresentou o corpo doscente, senti o rosto queimar quando ouvi meu nome e sorri mas ninguem sabia afinal de contas quem era Antonella Lorenzzi, o vice diretor seguiu a linha de discursos para o inicio do ano letivo e cá estavamos nós, oficialmente o ano começara para essas pobres almas que se matricularam em minha matéria... Depois do fim do discurso a música tocando fora ao maximo, uma batidinha que nunca me agradou e não seria agora que me agradaria, procurei uma mesa mais afastada do centro do salão, pudesse me encostar e observar o decorrer da festa, tinha que parar com isso... Um dia quem sabe, mas hoje eu vou observar.


It was never enough that I gave to you. All of the horror that you've put me through now can't I make up my mind this time? This is where I will draw the line
Vestido, mascara

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CESARI IN THE MASQUERADE

Quando um garçom passou por mim equilibrando habilmente uma bandeja com diversos copos e taças vazios eu estendi meu braço e coloquei minha própria taça sobre ela. Meus olhos analisavam atentamente a multidão de roupas elegantes e máscaras chamativas tentando absorver como os alunos e alguns funcionários adultos se portavam. Havia uma certa timidez no ar, era como se todos fossem novos demais no colégio para conseguirem estabelecer um contato mais relaxado, mas também enxergava um esforço de muitos em apenas se divertir.

Então os holofotes presos às paredes giraram e boa parte das luzes se viraram para uma única direção, o que atraiu minha atenção. Poucos segundos depois as cortinas azul-escura se abriram e entre elas passaram duas pessoas. Meu olhar automaticamente fixou-se na mulher que era visivelmente bonita, de traços finos e delicados, mesmo portando máscara; logo prestar atenção à sua voz não se tornara uma tarefa difícil.


O homem realmente sentira-se inflado pelas palavras daqueles que ocupavam os cargos máximos da instituição, senhorita Grey e o senhor Burton, respectivamente diretora e vice-diretor. Ainda mais, pelo que vinha dentro do local, não fora apenas ele que aprovara a abertura oficial do ano letivo da Weston. Os alunos estavam visivelmente mais animados e comunicativos, além de haver no ar uma vibração ainda leve de algo que poderia ser forte no futuro. Um espírito competitivo ou algo semelhante.

Francesco andava a passos suaves pelo salão, tentando alcançar seus superiores. Após as primeiras palavras, a mulher que aparecera no palco minutos antes havia retirado sua máscara e a sensação incomum de familiaridade finalmente fez sentido ao italiano. Ela era Miranda, a diretora e quem havia conduzido a entrevista de emprego do homem. Ele sabia de seu cargo, aliás, porque ela se apresentara no dia, mas era engraçado que ela não havia se identificado quando subiu ao palco, mas apenas apresentado o homem ao seu lado, Richard Burton, o vice-diretor. Os dois tinham personalidades claramente contrastantes, aliás; Miranda era ainda muito nova, uma mulher aparentemente animada, positiva, sorridente; Richard aparentava ser mais velho, o que lhe trazia um ar sério e conciso. Ainda assim, ele tinha uma sensação de que os dois fariam um bom trabalho juntos.

Eu ainda me sentia suavemente impactado pelas palavras da Senhorita Grey quando o homem ao lado dela deu alguns passos para assumir seu posto em frente ao microfone. Eu tinha de admitir ter sido uma sensação estranha ouvir meu nome ser proferido, mas não pude deixar de dar um sorriso suave, animando-me cada vez mais com a ideia de dar aula de esgrima para adolescentes.

Concentrei-me nas palavras do vice-diretor e principalmente no modo como ele conscientizava a todos da importância da instituição de ensino em que nos encontrávamos. A melhor academia do estado, uma das melhores do país. Sim, eu tinha plena consciência disso e não poderia negar que me sentia um tanto quanto honrado de fazer parte do seu corpo docente.


Quando finalmente encontrava-se a alguns metros da diretora e seu vice, Francesco pode perceber que eles estavam acompanhados de uma mulher morena. Respirou fundo e aproximou-se mais para que pudesse falar-lhes. A primeira pessoa de quem se aproximou foi da mulher de cabelos castanhos, estendo-lhe a mão com um sorriso suave, mas verdadeiro, no rosto.

- Diretora Grey, é um prazer revê-la – suas palavras saíram breves, tinha de admitir estar nervoso em estabelecer contato com pessoas praticamente completamente novas. – Falou muito bem, Diretora, e visivelmente inflamou o espírito dos alunos.

Virou-se então para o homem ao lado dela e lhe dirigiu um sorriso mais contido, apertando sua mão com firmeza.

- Prazer em conhecê-lo, vice-diretor, eu sou Francesco Gaigher, professor de esgrima. – proclamou cordialmente.

Em seguida focou sua atenção na mulher morena, observando seus olhos escuros e lhe sorrindo de forma um pouco mais séria.

- Sou Francesco, professor de esgrima – pareceu-lhe estranho repetir a frase que ela acabara de ouvir, mas era o que ordenava as normas sociais – É um prazer conhece-la. – acrescentou com um sorriso mais largo.

Então, era seu primeiro contato real com alguém da Weston Academy dentro da Weston Academy. Uma fagulha de nervosismo ainda insistia em crepitar no peito do professor, mas ele tentava afastá-la. Tudo iria dar certo, era o que se esforçava em pensar.

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Policial


belle weston;

A world that’s the same as mine Eyes that look like mine Words are rich like a forest A voice that sounds warm The one and only person that can find A different side of me Welcome to my heart


Como um típico findar de tarde na Filadélfia, o sol desapareceu no horizonte, e o pouco de calor provindo desde pareceu se dissipar com a excedente brisa do início da noite; como se a usual queda de temperatura fosse um sopro brusco numa chama de uma vela, era assim que Anastasia observava aquela passagem de tempo da janela de seu novo apartamento, seu pequeno e bagunçado novo apartamento em Vanity Valley. Os olhos azulados da mulher solveram o cenário que a rodeava e como havia sido nos últimos trinta minutos, um gemido escapou de seus lábios. Oh, como odiava mudança! Ela poderia se instalar num luxuoso hotel na própria Pensilvânia, ou talvez comprar moveis novos e montar todo o seu espaço em algum terreno daquele vilarejo. Mas todo o seu poder tornou-se nulo quando decidiu livrar-se das rédeas de seus pais e picotar todo seus cartões de crédito vinculados a conta do Sr. e Sra. O'Driscoll. Desta vez ela estava ali por conta própria, na companhia de seus antigos móveis em estilo vitoriano de seu antigo loft no Brooklyn – seu presente pelo vigésimo aniversário, sua própria residência mobiliada –, de um copo exageradamente grande de chá gelado e o seu aparelho celular – que não parava de vibrar desde ... dez minutos atrás?

Capturou o aparelho que arrastava-se em meio a tremores acima do apoio de sua velha poltrona salmão e atentou-se aos alertas exibidos em seu visor. "Cinco ligações perdidas. Dez novas mensagens de texto." — Michaela! — Suspirou, não contendo-se em rir ao pensar no quanto alucinada deveria estar sua amiga de faculdade. Michaela fora a responsável por aquela súbita mudança da jovem O'Driscoll. Quando recebeu um email da mulher, lhe alertando sobre uma nova oportunidade de emprego em um interior da Filadélfia, Anna quase hesitou aceitar aquilo. Mas bastou algumas horas mais tarde, quando recebeu a visita incomoda de seus pais – que insistiam em se vangloriar que aquele apartamento era um lar pra sua filha graças a eles – que a loura arrumou todas suas malas, contratou uma companhia de mudanças e fugiu para o anonimato de Vanity Valley.

"Anna? Você já saiu para conhecer o vilarejo ou está atracada no quarto com algum homem? Não se esqueça do baile de boas-vindas da Weston hoje a noite. Não esqueça seu traje na lavanderia. Não esqueça do mendigo que persegue as pessoas na West Valley. Sério, ele é ... tenso."

— A Micha.

Ao mesmo tempo que bufava preguiçosamente, Anna ria. Era quase excitante aquela nova vida independente. Sim, ela tinha muito mais preocupações em seu encalço, como as contas de consumo em seu apartamento ou as compras mensais. Ela sabia que em algum momento ser apenas a treinadora do time de líderes de torcida da Weston Academy não seria o bastante para tornar sua vida novamente boa, mas por alguma razão tudo aquilo só a motivava mais. Nem que precisasse trabalhar na cafeteria da East Valley, mas ela não tornaria a ligar para seus pais num pedido de ajuda. Desta vez seria ela, seu próprio dinheiro, sua amiga lunática e sua gatinha Cher numa nova vida.

***

O som do seus salto alto estalando contra o porcelanato do átrio do salão de festas da Weston Academy por pouco tempo fora o único som ao qual Anastasia se concentrou. Depois veio a batida nervosa de seu coração após ser anunciada uns minutos atrás pela mulher de longos cabelos cor-de-chocolate, Miranda Grey; diretora principal. "Ninguém me conhece, certo?" Pensou, enquanto esgueirava-se pelo canto para as adjacências do palco, empunhando com firmeza a haste metálica presa a -2650-p.jpg]mascara dourada, como se aquilo só ajudasse mais em torna-la pouco visível. Com o findar das palavras da mulher e de seu vice-diretor, Richard Burton, a festa tomou seu início, e o sorriso aliviado nos lábios rubros da loura só se tornou mais evidente, jamais adorou tanto ouvir o som pulsante de uma música eletrônico. Por detrás da máscara encarou aos muitos adolescentes que perambulavam por ali. Os sorrisos cargados de excitação e os olhares de expectativa que sobressaiam suas faces parcialmente encobertas pelas máscaras eram até revigorantes para O'Driscoll. Ela estaria lecionando ali, para eles, em alguns dias; Isto não é ótimo? Independência total, pensou ela.

Observou um pouco mais em seu canto escondido, a todo instante em busca dos olhos graúdos ou da dancinha autêntica de sua amiga, Michaela. Mas ninguém ali parecia ser a mulher. "Como alguém consegue sumir em segundos?" Brandou mentalmente antes de capturar ao grupinho do corpo docente se reunir metros adiante. Por puro impulso tratou de caminhar até ali, verificando vez ou outra em qualquer objeto que refletisse seu caminho se havia algum problema  com seu vestido curto e rendado de tom dourado meio opaco, ou se seu coque envolto por uma trança de fios alourados estava fora do lugar. Em poucos instantes alcançou o grupo, e por puro hábito cumprimentou a cada um dali com um casto beijo na lateral da face, seguindo de seu nome e sobrenome; Anastasia O'Driscoll. — Por acaso algum de você virão Michaela Laurence? —  Indagou, após uma ligeira conversa com Miranda e Richard, após lançar sorrisos simpáticos para Francesco e Aretha – professor de esgrima e a pedagoga –, e até mesmo ser cumprimentada por possíveis líderes de torcida. Mas nenhum rastro de Michaela. "O que você está aprontando, Laurence" Pensou a loura, antes de furtar uma taça numa bandeja que passava por ali e bebericar do seu líquido doce e gélido.




Wearing, dat.



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Greeks

Not so Belle




A tentativa de pedir ajuda pra qualquer pessoa de sua família sobre o que deveria vestir fora em vão, sua mãe é conhecida por usar trajes extravagantes e chamar atenção nas festas por não estar devidamente vestida para tal ocasião ela lhe falava "-Bobagem, deveria vestir o que te deixa feliz e chamativa". Já seu pai é totalmente rígido com regras e instruções e lhe disse pra vestir o que fora lhe dito pra vestir. "Eu não vou mais." - Levi afundou a cabeça no travesseiro até ser surpreendida por leves batidas em sua porta, alguém trouxe pra ela uma caixa dourada ela logo reconheceu a caligrafia de sua mãe, a estranha pessoa que lhe trouxe a caixa não disse nada, saiu correndo logo que a ruiva tomou a caixa em suas mãos. Estreitou o olhar, encarou a caixa e até pensou em guardá-la.
- Mamãe. - Levi fechou os olhos quando puxou o vestido branco totalmente fora da época de dentro da caixa, não havia mais tempo pra procurar algo apropriado, tomou logo a decisão de ir com o vestido e os outros acessórios que tinha separado, antes que mudasse de ideia. A ruiva arrumou-se e quando viu o resultado final as palavras de sua mãe ecoaram em sua cabeça, mas mesmo gostando de como tinha ficado, ela não gostava de chamar atenção como sua mãe e por isso ficaria o tempo inteiro com a máscara.
Saiu do bloco de sua ordem e rumou para o local onde acontecia a festividade, certamente estava atrasada e chegou na metade da fala da diretora, mas não tão atrasada para não ouvir que fora citada no discurso e isso desencadeou uma sequencia de arrepios no corpo da menina e ela ficou parada na porta do local. Levinsky adentrou cautelosamente depois de ter passado pelo súbito nervosismo, não iria ficar muito, queria apenas conhecer as pessoas das outras outras, o significado de conhecer para ela era "apenas ver" e ficar na sua, até ela tomar umas e acontecer o que sempre acontece... 

Aqui
THANKS KAY

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Mensagem por Kara Hoffman em Ter Jun 30, 2015 11:44 pm

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Fairy Not tale...
The girl who knows nothing!
Eu não queria ir ao “baile” eu não tinha animo, não tinha par, não tinha nada... Só tinha meu notebook e o DS de Andrew comigo, ele havia passado mal e correra as pressas para o hospital intoxicação alimentar, típico dele comer barrinhas de mil anos atrás. Olhei para o teto tentando pensar no que iria fazer quando o celular tocou. Era ele perguntando se eu ja estava pronta. Não tinha a minima noção de sair da cama mas ele insistiu tanto que eu acabei cedendo. Levantei desligando o telefone e procurando o único vestido que minha mãe me dera de presente, era algo que parecia saído de um conto de fadas. O vestido azul de um tom escuro com branco era bem marcado na cintura e solto, um vestido mais simples da belle epoque mas que não deixava de ser bonito, passei uma Maquiagem mais clara, voltei o oculos pra cara pra conseguir enxergar alguma coisa e um batom rosado. Prendi os cabelos num coque soltinho deixando a franja frontal e suspirei olhando para o espelho: mamãe iria adorar esse vestido. Lembrei que precisaria de uma mascara. Então corri até a mala para procurar uma. A mascara negra rendada estava ainda na embalagem com um cartão de Andrew. Ele pensara em tudo e eu me sentia feliz por tê-lo em minha vida.

Entrei no salão embasbacada com a beleza do lugar, eu parecia um pouco atrasada mas não me importava, pelo menos estava comparecendo para prestigiar o inicio do ano letivo. As pessoas estavam absortas, cada uma com seu grupinho ou apenas sozinhas. Eu me sentia uma estranha no ninho. Não conhecia ninguem, aquele lugar não era minha praia, meu vestido não permitira meu DS e eu queria fugir. Sentia o rosto queimar de vergonha sempre que alguem passava e eu fazia uma leve reverencia com a cabeça. Um dia eu teria que abrir a boca e se esse dia chegasse eu morreria... Sorri comigo mesma indo para um canto qualquer do salão olhando as pessoas em volta. Esse ano letivo seria muito proveitoso.


layla ♣

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