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Wicked Academy

Quadra de Basquete


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Mensagem por The Vanity em Qui Jun 04, 2015 9:54 pm

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Staff

Quadra de Basquete
A quadra de basquete principal fica dentro do ginásio do instituto, montada com equipamentos de ponta. O chão de madeira fora feito exclusivamente para evitar que os jogadores escorreguem, e tem as linhas tradicionais do esporte pintadas em suas respectivas cores. As duas cestas, em lados opostos da quadra, possuem um mecanismo de ajuste de altura, para os treinamentos, e tronco acolchoado. Há um enorme placar computadorizado na parede, assim como bandeiras do time da escola.





Última edição por Mean Girl em Dom Jan 31, 2016 10:11 pm, editado 1 vez(es)

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Mensagem por Andrew H. Sibley em Qua Jul 22, 2015 8:42 pm

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Bitch Better Have My Money
Bitch better have my money! Y'all should know me well enough Bitch better have my money! Please don't call me on my bluff Pay me what you owe me Ballin' bigger than LeBron Bitch, give me your money Who y'all think y'all frontin' on? Like brrap, brrap, brrap
E
ra quase impossível não se ver rodeado por pessoas o tempo inteiro. Eu não era exatamente um antissocial, porém evitava ao máximo ter de conhecer pessoas, tê-las se intrometendo na sua vida pessoal, lhe julgando, olhando para as minhas tatuagens com olhos de desaprovação, ou me achando com cara de drogado ou bêbado. Eu ativava meu "foda-se" quase sempre, porém sempre havia algo que me incomodava, como nas aulas, por exemplo, onde quase sempre haviam cochichos e olhares suspeitos dirigidos à mim. Eu agora usava meus coturnos pretos, calça jeans também preta e camisa branca com a jaqueta negra de couro enquanto ia para um lugar que eu tinha cem por cento de certeza que não me encontraria, dentro da mochila negra eu carregava o necessário para passar a noite. Geralmente, Andrew não faria esse tipo de coisa; sair em plena sete da noite para ir na quadra de basquete que estava fechada para se embebedar, na verdade, ele era um pouco egocêntrico e gostava de plateia quase sempre, apesar de não admitir isso. O percurso havia sido agradável; a academia estava sem movimento, a maioria deveria estar em seus quartos, ou na biblioteca ou algo assim, por isso entrei na quadra de basquete sem maiores complicações.

- Que beleza! - ergui os braços abrindo-os como se abraçasse a energia positiva do lugar, respirando profundamente depois de ter posto a mochila ao chão, pegando-a e fechando a porta logo atrás de mim, subindo com passos largos e me sentando num dos bancos lá em cima, abrindo a mochila e abrindo a garrafa de vodca, tomando um longo gole. Quente, o líquido descia como uma lâmina, deixando-me por dentro gélido, e sorri em expectativa, retirando uma carteira de cigarros, acendendo um e guardando o isqueiro de prata no coturno direito, como eu sempre fazia. Ah, o doce e ótimo silêncio e solidão da noite.


Louis XIII and it's all on me, nigga you just bought a shot Kamikaze if you think that you gon' knock me off the top Shit, your wife in the backseat of my brand new foreign car Don't act like you forgot, I call the shots, shots, shots Like brrap, brrap, brrap Pay me what you owe me, don't act like you forgot

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unsustainable
All teenagers scare the living shit out of me, They could care less!
Sete dias, seis horas e vinte e quatro minutos. Este era o tempo que Nadia havia passado na Academia Weston, pouco, porém o suficiente para convencê-la a odiar o local. Não era apenas o fato dela ter sido obrigada a se matricular, ou de estar em liberdade condicional, muito menos as pessoas levemente irritantes. Era o sentimento de impotência, incapacidade de realizar suas vontades e necessidades de seguir ordens de outras pessoas. Pouco a pouco essa nova realidade estava sugando toda a energia contagiante e luminosa rodeando a garota. Fora no sétimo dia em que ela decidiu escapar do frenesi, dos professores arrogantes e do ar de superioridade que marcava grande parte de seus colegas. Até alguns egípcios, que geralmente eram uma boa companhia, estavam acendendo seu pavio curto. Era hora de esfriar a cabeça.

Wimbledeaux matou a última aula do dia, uma palestra ridícula de programação, com conteúdos facílimos que aprendera aos dez anos, quando ainda mal sabia o significado de "download". Aquilo era um insulto para seu intelecto e sua capacidade. Fugiu direto da classe de música para o dormitório, onde largou os materiais rotineiros - fichário, canetas, folhas, partitura e etc - e pegou o necessário para ter diversão de verdade. Um rolo gigantesco de cartolina, ótimo para fazer faixas, tintas, rolos de pintar, lápis e borracha; enfiou tudo na bolsa estilo carteiro de sempre, milagrosamente.

Observou a roupa que vestia no espelho de corpo inteiro, ponderando se sofreria demais caso a manchasse. Vestido de verão estampado, quimono cinza, sandálias de couro e o gorro preto mantendo os cachos rebeldes no lugar, nada que fosse fazer muita falta. É, estava bom. Trancou a porta atrás de si e saiu pelo corredor da sede Egyptian, trombando no zelador, mesmo tentando com todas as forças passar despercebida.

Você não viu nada, Sr. Xavier! — Gritou por cima dos ombros, disparando escada abaixo, com medo do senhor de setenta anos pará-la e levá-la até a diretoria. Algo praticamente impossível, sabendo que o velho ligava apenas para o almoço.

Correu até a quadra de basquete, o local mais provável de estar vazio àquela hora do dia. Eram cerca de cinco da tarde, e o treino teria acabado há tempos. Escancarou as portas de metal, observando seu ateliê provisório com um sorriso satisfeito no rosto. Subiu as arquibancadas com certa dificuldade, a bolsa pesada tornando o trabalho muito mais difícil. Jogou o conteúdo dentro desta no chão do patamar mais alto da arquibancada, colocou os fones de ouvido e ligou uma playlist qualquer no volume máximo. Tocava seleções variadas, desde Panic! at The Disco, até Arctic Monkeys. Ao som das baterias e gritos altíssimos, Nadia pôs a mão na massa.

Prendeu a cartolina gigante na parede, usando tachinhas de metal, e reproduziu um desenho do seu caderno de rascunhos com o lápis grafite, aumentando a escala. Era uma imagem que lembrava histórias em quadrinhos, com traços grossos e formas bem definidas, bem gráfico. Mostrava um alienígena andando em um monociclo sobre uma corda bamba, equilibrando-se sobre um penhasco gigantesco. Enquanto cantarolava baixinho as letras da música, a loira pintava o mural, usando suas tintas e o rolo.

Mal percebera o tempo passar. Depois de quarenta minutos parou de cantar, ficando em total silêncio, ignorando a escuridão que se formava ao seu redor. Por volta das sete da noite, quando estava começando a colorir o cenário, deu um giro rápido no ritmo de Balaclava e viu um vulto sentado na arquibancada oposta.

Cacete! — Gritou, o coração indo direto pra boca. Arrancou os fones de ouvido e, usando a luz do celular, tentou enxergar o desconhecido. Era um rapaz todo de preto, desconhecido. Dia pulou os degraus até o chão, um por um, e depois subiu os que levavam até o rapaz, do outro lado da quadra. Com a mão na cintura, as costas levemente curvadas e o peito arfando, conseguiu abrir um sorriso brincalhão — Cara, você quase me matou agora! Há quanto tempo está aí? Se 'cê fosse um assassino, definitivamente eu seria uma Nadia morta. Do jeito que eu 'tava podia ter aparecido um serial killer e eu não teria percebido...

Empurrou os óculos pra cima, assoprando uma mecha de cabelo do rosto e tentando recuperar o fôlego.

É isso aí. Ela não percebe o quanto é tagarela.
fuck
Nadia is at the basketball court with a misterious guy. She's listening to Balaclava and she's wearing this.


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Mensagem por Andrew H. Sibley em Qua Jul 22, 2015 11:13 pm

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Bitch Better Have My Money
Bitch better have my money! Y'all should know me well enough Bitch better have my money! Please don't call me on my bluff Pay me what you owe me Ballin' bigger than LeBron Bitch, give me your money Who y'all think y'all frontin' on? Like brrap, brrap, brrap
O
tempo passava, eu não havia verificado nada ao meu redor, em parte por saber e ter cem por cento de certeza de que ninguém aparecia por ali, e segundo por estar ocupado demais fumando cigarro e jogando-os ao terminá-los no chão mesmo, e já haviam cinco no chão. Quando acendi o sexto cigarro e já estava na metade da garrafa de vodca, repentinamente uma voz feminina e alta grita "Cacete" fazendo-me dar um pulo, erguendo a garrafa de vodca na mão direita como em sinal de defesa, entretanto, era apenas uma bela garota assustada, que estava com fones de ouvido e, pelo o que pude notar, ela não usava drogas nem estava transando escondida - o que me aliviou um pouco por não estar numa situação embaraçosa, eu por outro lado estava com um cigarro numa mão e uma garrafa de vodca na outra. Antes de eu poder me dar conta do susto e sair de um estado similar ao de uma estátua, ela despeja palavras.

- Espera, estou ainda me recuperando do susto! - sorri levemente, erguendo a mão esquerda ainda com o cigarro entre dedos, levando-o aos lábios e com a nicotina, foi como se toda a tensão naquela quadra se dissipasse instantaneamente. - Olha, eu vim aqui para relaxar, apenas, e não assassinar ninguém, quer? Soube que todo artista curte bebidas... e não estou faz muito tempo, saí para espairecer um pouco... - abri um largo sorriso, estendendo-lhe a garrafa de vodca. Talvez ela rejeitasse, creio, mas constando na história de que artistas vivem lado a lado com bebidas e drogas, talvez ela aceitasse.

Olhei para o relógio enquanto estendia a garrafa de vodca para a garota, e foi aí que notei ser tarde demais. Eu tinha de voltar para meu dormitório e rápido, eu tinha de fazer minhas lições de casa, infelizmente. Por fim, desci alguns degraus.

- Melhor eu ir, nos vemos depois. - Acenei deixando a garrafa de vodca com ela e rapidamente saí dali, antes que algum guarda me visse e causasse revolta ao termos nossa ordem punida com menos pontos.
Louis XIII and it's all on me, nigga you just bought a shot Kamikaze if you think that you gon' knock me off the top Shit, your wife in the backseat of my brand new foreign car Don't act like you forgot, I call the shots, shots, shots Like brrap, brrap, brrap Pay me what you owe me, don't act like you forgot


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Como se fosse um livro, Wicked Academy terá cada capitulo com tramas inspiradas em diversas séries. E atualmente no nosso Capitulo Dois temos como inspiração a famosa série do Netflix, Stranger Things. Como faremos a ligação entre esses capítulos? Descubra entrando no nosso RPG.

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