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Wicked Academy

Sala da Diretora


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Mensagem por The Vanity em Sab Maio 09, 2015 4:36 am

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Sala da Diretora
Na parte mais calma do terceiro andar se localizada a sala vista como mais importante e mais temida do Instituto. A sala da Diretora. Daqui ele monitora, com ajuda do vice e dos outros funcionários, tudo que acontece no Instituto. A decoração segue a linha "moderno sem deixar de ser clássico". Considerada por muitos como a sala mais elegante de todo o instituto. Além de possuir o mobiliário básico semelhante ao de todas as salas de funções administrativas do Instituto, possui também uma singela "sala de está", aonde pequenas reuniões acontecem. Tanto as paredes quanto o chão possuem um tom cinza tisnado, e todos os moveis de madeira da sala são feito de riga nova avermelhada e envernizada. Por toda parte é possível encontrar vasos, esculturas e pinturas que foram regalos de pais de aluno ou colegas de trabalho. Atrevez da Janela se tem um bela visão do campo aberto de Rugby e de boa parte da área destinada ao Hipismo.



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Greeks



to the sea

A garota ria sem parar, jogava alguns arquivos para o alto, como se tivesse acabado de assaltar um banco, então o outro grego entrou na brincadeira, ela tinha que admitir que ele tinha um dom para isso. - Sim, primeira vez. - Ela disse aquilo em um tom de vergonha, nunca tinha feito algo que lhe deixasse de castigo, nunca tinha levado advertências nos colégios anteriores, nunca havia sido repreendida por mal comportamento, e falar aquilo lhe deu motivação para bagunçar mais o local.
Ela nem pensou em o que Domus faria, como ele reagiria, o que fariam com eles dois ou o que fariam com Domus por ele ter deixado sua sala desprovida de qualquer segurança. Levantou da cadeira, deu uma olhada no local, o garoto mexia nos remédios... A ruiva se aproximou do armário das medicações, abriu a tampa de alguns jogando-os pela sala, aproveitou para guardar alguns calmantes para si, não sabia se seria permitida sua entrada novamente na enfermaria. Ela sorriu para o garoto - Sim, vamos... - Assim que virou seu corpo para a porta não se surpreendeu de ver o enfermeiro e ela sentiu uma vontade imensa de rir no meio da fala do mais velho.  
Agora ela queria saber se alguém já foi até a enfermaria só para transar... Pode ser que fosse com o enfermeiro... Então na visão dele, os Greeks não eram divertidos? Ainda bem que eles dois conseguiram mudar essa imagem, e melhor, surpreender o enfermeiro e qualquer um que viesse a saber da história, principalmente a diretora, era para lá que os alunos iriam. Não fora uma grande surpresa, ela só achou que o enfermeiro soubesse se virar com a situação, mas olhando melhor para a enfermaria, o estrago fora maior do que ela imaginou, eles destruíram a parte que mais importava dentro daquela sala. Domus entregou um envelope para "o filho da diretora". Levi não tinha prestado muita atenção naquela parte, sabia que iria ser mandada para a sala da Miranda... Mas, bem, sua mente teria que trabalhar nesses três minutos... Então quer dizer que o rebelde do vandalismo da enfermaria era o filho da diretora, isso sim fora surpreendente.
***
- Então... Filho da diretora, pelo menos não vai acontecer nada. - Ela arqueou a sobrancelha, a sala da Miranda ficava no terceiro andar, teria tempo de sobra para pensar em alguma desculpa. - Já sabe o que vai falar pra ela? - Não queria ser intrometida, mas teria que saber se eles quisessem mentir, teriam que saber a versão dos dois, Levi pensou melhor, talvez só saber o que ele estava fazendo lá já era o suficiente, se bem que na versão dela sobre "o que estava fazendo na enfermaria" seria bem fora do contexto de acabar naquele estado, ela só queria relaxar e acidentalmente destruiu os arquivos. Se já estava na merda com sua família, agora a ruiva estava afogada nela.
A grega respirou fundo, o nervosismo atingira como se estivesse brincando de esconde-esconde, lutando para não ser achada, mordeu seus lábios para afastar essa sensação, queria estar tranquila como o garoto estava, afastou todas as possíveis falas da diretora em sua cabeça, tentou pensar em coisas como... A anatomia de uma aranha... E lá estavam eles, prestes a entrar na sala da autoridade maior de Weston.
     

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Mensagem por Henry Daniel Grey em Qui Jul 16, 2015 12:23 pm

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ssim que ouvi o barulho de chave na porta joguei a mochila pela janela e a vi cair no arbusto abaixo do parapeito. Então me virei para o enfermeiro e fiz minha melhor cara de paisagem e olhei para a garota e acenando para me acompanhar pelos corredores.

-O enfermeiro só viu o estrago final, não viu nenhum de nós destruindo nada, inocente até que se prove o contrário. - comentei com uma piscada para ela conforme seguia o caminho já conhecido para o escritório da minha mãe que não ficaria nem um pouco feliz por ter que ir para lá no meio da noite.

Entrei na sala da minha mãe com a garota atrás de mim e fiz minha melhor cara de cachorro caído da mudança ao olhar para minha mãe. -Foi um completo mal entendido mãe. Ele só viu nós dois trancados, ela estava passando mal na ordem e eu a ajudei a ir para a enfermaria, quando chegamos lá ela estava destruída e nos trancaram do lado de dentro, Domus não estava por lá e nós tentamos arrumar algumas coisas. Foi obviamente algum plano para nos incriminar da destruição. - falei ao entregar o papel que o enfermeiro tinha me entregado.
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'Cause baby now we got bad blood


N
aquele dia eu tinha certeza que o maior trabalho da minha vida não era ser diretora e sim ser mãe. Confesso que fui uma mão um pouco omissa com meu filho. Por da prioridade aos estudos que hoje é meu filho é o grande problema da Weston Academy, bem, por partes. Quando engravidei me senti perdida, por um tempo tive esperanças, já que Matt iria me ajudar a criança e por um tempo, tudo parecia um sonho, até ele morrer em um acidente de carro. Mãe solteira de uma criança sem pai, obviamente qualquer um se sentiria perdida e eu não me sentia preparada para criar aquela criança, precisava criar o meu futuro como sempre sonhava, era isso ou eu poderia virar uma mãe rancorosa com o filho e eu tive duas opções, deixar meu filho para a adoção ou com os avós, os meus pais... E fui isso que fiz.
Hoje, 15 anos depois, tentei viver o máximo possível com meu filho quando não estava estudando, presente em todos feriados possíveis, aniversários, tudo. Em momento nenhum neguei que era mãe dele, apesar de minha mãe ser mais mãe do que ele do que eu mesma. E por conta disso fico me perguntando, se ele fosse criado por mim, hoje estaríamos do mesmo jeito?
Chego na sala preocupada depois de ver pessoalmente o estrago feito por dois greeks a sala do enfermeiro, durante a revista acabo achando a mochila do meu filho e lhe pego, para levar até a sala e ouço um barulho estranho de metal dentro dele, abro e vejo tinta spray azul. Suspiro fundo para manter a calma e não chegar na sala agarrando meu próprio filho pelo pescoço, primeiro por ter feito aquela declaração no show de talentos claramente bêbado e segundo por ter feito a festa na sala da enfermaria.
Entro em minha sala pacientemente e me sento à mesa para escutar os Henry e Levinsky falando e tentando se justificar, quando vejo que tenho uma folga pra falar e sorrio. – Boa Tarde, primeiramente. Não estou alegre em receber vocês em minha sala... – Digo fitando ambos de forma fria e calculada. – Infelizmente pra vocês, claro, temos câmeras aqui na Weston e segunda as câmeras ninguém entrou na enfermaria depois do enfermeiro além de vocês, sem contar que encontrei uma lata spray de tinta azul na sua mochila, Henry. – Vejo que os garotos vão protestar e já falo em bom tom interrompendo. – Antes que diga que não posso mexer nas suas coisas Henry, eu posso sim, sou sua mãe. E como castigo para os dois, terão que arrumar toda sala da enfermaria, incluindo a parede pichada, logo, torçam para a tinta ser removível, porque se não for, a conta da nova tintura Irã para os pais de vocês, no seu caso Henry, da sua mesada. E outro assunto importante a tratar, são os remédios que o enfermeiro contabilizou estar faltando, quero saber se onde estão os remédios, bom dizerem a verdade, porque se não será mais uma conta para seus pais. Que serão todos notificados sobre o que está acontecendo e além do mais, terão que ter consultas semanais com a psicóloga da instituição até que ela decida que podem ser liberados. Não podemos deixar alunos como vocês se perderem... – Digo me levantando, mas permanecendo no lugar. – Pode ir Senhorita Levinsky, sei que quer se tornar líder dos Greeks, se ainda tem esperanças em se tornar, bom rever seus comportamentos. – Vejo que Henry se levanta junto e digo em um tom um pouco irritado. – Você fica Henry, precisamos ter uma conversa de mãe para filho, bastante séria.
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Ela queria rir, fingir um choro, falar em outra língua... Tudo ao mesmo tempo, mas só conseguiu ficar séria, o tempo todo com a mesma expressão. Respirou fundo e olhou bem nos olhos da Diretora, molhou seus lábios com a língua antes de abrir a boca para falar.... Quando iria fazer a ação, Henry tomou a frente, a ruiva só conseguiu respirar aliviada, mas um pouco confusa, a versão dela continha mais drama e a dele era bem mais resumida e em uma versão bem esfarrapada, mas não deixava de ser brilhante até que Miranda acabou com todas as nossas chances de sujar outra ordem quando a informação desconhecida de que a Academia possuía câmeras fora colocada em jogo. "câmeras, ótimo" - Ela pensou logo em seguida sobre as pessoas que... Bem, deixa pra lá.
Ela falou sobre tudo, não deixou um tópico de fora, a bagunça era maior do que ela pensava... A tinta, os arquivos e os remédios. Nessa hora a ruiva repousou sua mão onde os remédios estavam, ninguém sentiria falta deles... A Academia estava cheia de milionários, classe alta... Todos com os bolsos recheados de dinheiro e que poderiam repor centenas de remédios na maior facilidade.... "o enfermeiro contabilizou estar faltando..." - O enfermeiro é um pé no saco, e se ele tivesse pegado os remédios? Alguém pensou nessa possibilidade? Bem, para essa situação se reverter ela deixaria os remédios na enfermaria mais tarde, não queria que seu pai lhe enchesse o saco, ou lhe obrigasse a ir para um colégio de moças de onde ela certamente fugiria. Então aquela conversa se tornou mais um "casos de família" Miranda voltou sua atenção para Henry.
Então o assunto "Psicologia e consultas" surgiram na mesma frase, estava pronta para protestar sobre isso quando seu desejo de liderança se tornou presente. Mesmo com sua personalidade tomando outros rumos, achou melhor permanecer em silêncio, antes de levantar, a moça olhou para Henry, voltou sua atenção para a Diretora novamente. - Não devo desculpas para quem deixou seu posto de trabalho aberto para as possibilidades, mas passarei na enfermaria mais tarde... - Levi bateu no bolso fazendo menção de que estava com os remédios e que entregaria o conteúdo mais tarde. A ruiva levantou de onde estava sentada e deixou a sala.            
     

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Mensagem por Henry Daniel Grey em Dom Jul 19, 2015 1:05 am

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ontrolei um "porra" quando ouvi minha falar em câmeras e na minha mochila. Praticamente me joguei na cadeira e tentei afundar quando ela começou a dar o discurso de Diretora que eu devia conhecer. Ao que parecia eu ia ter que fazer consultas semanais com a psicóloga, só a força...

Aparentemente alunos como nós não poderíamos nos perder, me pergunto para o que? Eu tinha feito uma possível candidata a líder da ordem fazer merda, tinha pichado r destruído coisas, ficava bêbado com certa constância, eu já me sentia perdido. E ouví-la falar só conseguia ver a diretora e não minha mãe. Me levantei para sair da sala quase xinguei o além quando ouvi meu nome ser chamado novamente.

Me sentei novamente após ver Levinsky sair da sala depois de falar algo sobre os remédios e olhei apático para minha mãe. -No que posso ajudá-la, diretora? - perguntei, cruzando meus braços e encarando ela.

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F
ico em pé observando meu filho durante um tempo até Levinsky fechar a porta. Como diretora eu já tinha deixado bem claro que não queria ver mais aqueles dois aprontando, mas faltava minha palavra de mãe. Principalmente depois do episódio no show de talentos, aquilo era mais do que necessário. – Como você pode  me ajudar? Não sei filho, você pode me responder essa pergunta? Acho que eu nem preciso ser ajudar, você que precisa se ajudar. – Digo dando uma pausa, pondo minha mão sobre a mesa, me apoiando sobre elas e meu olhar que já não era dos melhores, piorou. Ele era meu filho, meu coração doía de fazer aquilo, mas eu precisava e precisava muito. – Vou ser direta Henry, tenho certeza que seus avós te deram a mesma educação que me deram, nunca te faltou nada, nem amor, fiz o possível e o impossível para estar na sua vida o máximo e nunca te faltou nada... – Respiro fundo segurando a raiva e a tristeza que sentia naquele momento. – Não te criamos para se fazer de coitado, te criamos para ser um homem e você está nos decepcionando nisso. Não quero ser dura contigo, sua situação não é das melhores, logo eu preciso ser. Se você for pego com drogas, bebidas, remédios desnecessários, colocando o caos em algum lugar ou qualquer outra coisa de errado... Você vai sair daqui direto para uma clinica de reabilitação para jovens. – Engulo aquelas palavras de forma dura, nunca imaginei que eu precisaria enviar meu próprio filho para um lugar desses... Mas eu não poderia deixar ele se perder, já errei o bastante na vida dele e não iria errar mais. Então, para dizer aquilo mais claro ainda, me levanto e fico em pé de frente para ele. – Henry Daniel, essas são suas opções ou se comporta e vá regulamente as consultas com o psicólogo, ou você vai sair daqui direto para uma clinica de reabilitação, caso apronte algo muito grave, como destruir um patrimônio da escola, igual vez com a enfermaria ou se eu souber que esses remédios roubados estão por ai, com alunos, vai sobrar pra você e a Senhorita Levinsky.
Seguro as lágrimas e viro meu rosto pra cima, tudo que se passava em minha cabeça era que aquilo não era real. – Você pode me culpar do que for, mas não vou deixar você se perder... E lembre-se, você não único que tenho que preocupar nesse Instituto, então contenha seu egocentrismo. – Arrumo meu cabelo, calmamente, mas no fundo eu não estava calma como aparentava, ao contrário, estava inconformada. E queria mais que tudo saber onde eu tinha errado, apesar da pergunta parecer óbvia. – Caso tenha algo pra dizer, pode dizer.
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Mensagem por Henry Daniel Grey em Dom Jul 19, 2015 9:51 pm

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ão, não, ela não estava começando com aquele discurso de que eu estava precisando de ajuda. Inclinei a cabeça para trás e fechei os olhos, desejando que um raio caísse na minha cabeça naquele instante. Continuei a ouvir o que ela falava sem realmente olhar em seus olhos. Drogas, bebidas, remédios, nada fora do comum até o momento em que ela falou de Rehab.

Me ergui num pulo da cadeira e olhei para ela, mas devido ao seu tom não ousei interrompê-la e esperei que acabasse com o sermão. -Você esta só pode estar tirando uma com a minha cara. Metade desse instituto é podre e você vem falar de clínica de reabilitação comigo? Qual o seu problema!? - respondi com raiva mas sem erguer o tom. Minha vontade era de jogar aquela cadeira janela a fora, ou de socar a parede.

Eu não podia ir para uma clinica de reabilitação, o que faria com pé de pano ou com Puss in Boots? Olhei para minha mãe e respirei fundo antes de falar novamente. -Tem sempre que ser da sua maneira não é mãe. - resmunguei derrotado antes de me virar de costas para e pensar se conseguiria escapar pela porta antes dela voltar a falar novamente.

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V
ou responder meu filho quando sou interrompida rapidamente, sem saber o que era e vendo que o meu telefone estava tocando insistentemente, reviro os olhos. – Só um instante filho.
Atendo o telefone rapidamente, com a expressão meio estressada por estar sendo interrompida no meio de uma conversa importante com Henry, mas logo noto que a situação era mais critica do que eu imaginava. Egyptians estavam aplicando uma festa na piscina regrada a drogas. Imediatamente meu queixo cai com a situação. O que eles estavam pensando? Que aquilo era um colégio interno e que era bagunça? Peço par Júpiter ir intervir pra mim enquanto não chegasse a tempo e retece todos lá.  E assim noto um barulho de musica estranho vindo de fora, reviro meus olhos com a situação e confesso que se passou no meu pensamento que naquele dia iria rolar sangue, eu precisava ver o que realmente está acontecendo.
– Filho, sinto muito, necessito ir agora resolver um problema. – Digo lhe entregando uma chave. – É do meu apartamento, estou te confiando essa chave Henry, não vá fazer besteira. – Então vou apressada rumo a festa inconsequente.
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Nordic

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❝Come away, little lamb, Give yourself so we might live anew. Come away, little lamb, Come away to the slaughter To the ones appointed to see this through. We are calling for you ❞
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Seus dedos envolviam o frasco de spray preto com certa força. Romeo olha seu rosto, refletido no vidro do corredor e não consegue parar de fitar seus olhos dilatados por causa do LSD que ingerira meia hora antes. Enquanto respirava pela boca, era possível sentir o cheiro do álcool. Bebida e LSD, ambos produtos proibidos dentro da Weston Academy.

Romeo não era um viciado, era a pessoa que viciava os outros, seus negócios iam de mal a pior, claro, desde que sua mãe o colocara na Weston. Retornara a andar, indo na direção da sala da diretora, uma das pessoas que ele odiara de cara. Ela tinha uma aparência de alguém boazinha, mas devia realmente foder com alguém se fosse preciso, e o filho mais novo da família Lyon-Burnier odiava gente desse tipo.

A porta estava destrancada, coitada seria de Miranda. Rindo que nem louco, ele fechou a porta atrás de si, e depois de agitar um pouquinho a tinta spray, pichou:

"Não confie em raposas, diretora, elas são malandras, estão apenas esperando para te dar uma facada por trás."

Então, fitou os diversos quadros, todos feios, sem vida, a arte moderna provavelmente não chegara até a Weston. Agitou mais um pouco a tinta, e desenhou um sinal de dedo, claramente mostrando um dedo do meio em cada um deles. Dando seu trabalho com a tinta por terminado, fitou a mesa da diretora Searles. Abarrotada de coisas, ele precisaria fazer uma limpa. Se utilizando de toda a sua força, levantou um dos lados da mesa, inclinando a mesma e fazendo com que todas as coisas em cima dela caíssem no chão e se quebrassem. Fim. Um pouco de caos. Um período novo se alastrava.

Romeo então pegou a tinta do chão, e pichou no mesmo suas iniciais: "R.W.L.B." Jogando a tinta de lado e saindo dali a passos rápidos, para que ninguém descobrisse o que ele fizera, também porque precisava vomitar.

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